sexta-feira, 5 de janeiro de 2007

CARNAVAL DA MEALHADA/2007

RICARDO PEREIRA CONFIRMADO «REI»

A Associação do Carnaval da Mealhada confirmou hoje (quinta-feira, 05 de Janeiro) a notícia avançada em primeira mão pelo Semanário Mealhada Moderna, há umas semanas atrás. O actor Ricardo Pereira vai ser mesmo o reio do Carnaval da Mealhada/2007.
O actor actualmente está a desempenhar o papel de “Thierry” na novela “Pé na Jaca” com inicio previsto na SIC para o dia 8 de Janeiro, e é o português mais conhecido no panorama das novelas no Brasil, trata-se portanto de Ricardo Pereira.
«No carnaval Luso-Brasileiro da Bairrada, Ricardo Pereira insere-se perfeitamente dentro do espirito que caracteriza o nosso carnaval», refere a organização.
Óscar Magrini figura habitual e padrinho do carnaval marcará também presença. Desempenha o papel de “delegado Palhares” também na novela “ Pé na Jaca”.
A rainha do Carnaval é a eleita Miss Bairrada 2006 Cristiana Roque.
ANADIA

APPACDM CANTOU PARA DEPUTADOS DA NAÇÃO



O Grupo de Reis da APPACDM de Anadia esteve ontem (quinta-feira, 04 de Janeiro) na Assembleia da República, em Lisboa, com o propósito de cantar as tradicionais janeiras. O grupo constituído por técnicas, funcionários e utentes, foi acompanhado na sua deslocação a Lisboa, por elementos do Governo Civil de Aveiro, da Câmara de Anadia e da Segurança Social.
Acácio Lucas, presidente da instituição, refere que a deslocação surge na sequência de um convite, em tempo oportuno, que a APPACDM endereçou ao Presidente da Assembleia da República.
NA MEALHADA

DETIDO POR POSSE DE DROGA


Um indivíduo, residente em Coimbra, foi detido pela GNR da Mealhada, no passado dia 31 de Janeiro, por posse de haxixe.
A detenção ocorreu na sequência de uma operação STOP daquela força policial. O carro em que seguiu foi mandado parar, mas o seu condutor acabou por tentar a fuga, acabando por ser interceptado pelas autoridades, após a fuga em direcção a uma via sem saída.
Um outro indíviduo, que seguia na mesma viatura, acabaria por ser detido por uma outra patrulha da GNR, e transportado ao posto local, onde lhe foi apreendida a droga que trazia consigo.

Rogério Silva, presidente da Associação dos Bombeiros da Pampilhosa

“Estado não investe nos bombeiros”

“O Estado paga mal, a más horas, e não investe nos bombeiros”, afirma Rogério Silva, presidente da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários da Pampilhosa. “Cada vez que fazemos um serviço para o INEM ou para a ARS, estamos a perder dinheiro”, diz ainda o dirigente, em entrevista ao Mealhada Moderna. Desde Abril na liderança dos bombeiros pampilhosenses, o responsável garante que já conseguiu algumas vitórias importantes, sobretudo do ponto de vista administrativo. A aquisição de uma viatura de transporte de doentes afigura-se como a próxima meta. O fim de alguns “atritos”, ainda existentes, entre os bombeiros, é outra das ambições de Rogério Silva

(Ler na íntegra, na edição impressa de 03-01-2007)



Barcouço

Aprovação do OPA incendiou discussão

A Assembleia de Freguesia de Barcouço reuniu na passada sexta feira para votar o Orçamento (107,729 euros) e Plano de Actividades, para o ano de 2007. Apesar dos três votos contra da oposição social-democrata, os documentos acabariam por ser aprovados por maioria, com seis votos favoráveis. A sessão ficaria ainda marcada por algumas picardias entre membros do PS e PSD.
O habitual consenso e cordialidade que normalmente distingue as assembleias de freguesia, em Barcouço, deu lugar, na passada sexta feira, a uma sessão algo atípica, com os elementos das várias bancadas a envolverem-se numa acesa troca de galhardetes.
(Ler notícia na íntegra na edição impressa de 03-01-2007)

quinta-feira, 28 de dezembro de 2006


ASSEMBLEIA MUNICIPAL DE ANADIA

ORÇAMENTO, PROTESTOS E MOÇÕES


Foi bem recheada a última assembleia municipal do ano em Anadia. O objectivo era votar o Orçamento e Plano, mas a reunião acabou por ficar centrada nas moções contra o encerramento das Urgências e o eventual fecho da Estação Vitivinícola. Pelo meio, um voto de protesto contra a nova Lei das Finanças Locais



A votação do Orçamento e Plano de Actividades da Câmara de Anadia, avaliado em 19 milhões de euros era o tema central agendado para a reunião da Assembleia Municipal realizada no último sábado. Mas o que se desconhecia era que a reunião acabaria por centrar as suas atenções nas moções e voto de protesto apresentados no período de antes da ordem do dia.
O possível encerramento das Urgências do Hospital de Anadia está, de facto, a preocupar toda a comunidade local, e isso ficou evidente nesta assembleia. Todas as bancadas políticas se pronunciaram sobre a matéria, tentando encontrar razões, explicações e fazendo comparações com outras unidades hospitalares, ficando evidente que o encerramento daquele serviço é já mais que provável.
Essa probabilidade ficou expressa nas palavras de Litério Marques, presidente da autarquia. Dando conta de um encontro que manteve com a tutela, há poucos dias, onde o tema central foi o futuro do Hospital de Anadia, o autarca deixou claro que regressou do encontro com a secretária de Estado da Saúde, com a sensação de que, de facto, o encerramento das Urgências em Anadia pode mesmo acontecer.
Perante estas palavras, a bancada da CDU não perdeu tempo, apresentando uma moção contra esta possibilidade de fecho das urgências. «Não devemos cruzar os braços, mas antes protestar com todas as nossas forças», referiu o deputado João Morais da CDU. Uma moção que inicialmente contemplava a realização de uma vigília, mas cuja pretensão acabou por ser retirada, depois de muita discussão sobre a matéria, já que os deputados socialistas diriam que nunca poderiam votar a favor de moções que «desvirtuam o seu sentido, introduzindo-se coisas que não passam de tentativas de fazer política». «Não apoiamos moções baseadas em especulações», acrescentaria o socialista Cardoso Leal.
Por seu lado, Sérgio Aidos (PSD), presidente da Junta de Freguesia de Sangalhos, foi mais longe na sua indignação sobre esta matéria e quis comparar o Hospital de Anadia ao de Águeda. «Águeda não tem condições melhores que o Hospital de Anadia e vai continuar a funcionar com as suas urgências. Isto será porque em Águeda, o poder pertence ao PS e em Anadia ao PSD?», interrogou-se o autarca. Uma dúvida que parece também ser partilhada por Litério Marques que, logo a seguir, acrescentou: «Toda a gente sabe que as condições físicas do Hospital de Águeda não são melhores que as nossas… nota-se aqui alguma diferenciação de tratamento».
A bancada do PS rejeitou a comparação feita. Para a socialista Áurea Mendes, as pessoas não se podem esquecer que em Águeda, «as urgências funcionam com várias especialidades, enquanto em Anadia não existem especialidades, as condições físicas não são tudo». A acrescentar a isto, Daniel Meira (PS) diria que «muita da responsabilidade disto é da administração do hospital, pois é a ela que compete administrar o quadro clínico»
Colocada à votação, a moção contra o encerramento das Urgências do Hospital acabaria por ser aprovada.
O mesmo sentido de voto foi dado à moção apresentada pelo PSD, manifestando-se preocupada com o eventual encerramento da Estação Vitivinícola da Bairrada.

(LER NOTÍCIA NA ÍNTEGRA NA EDIÇÃO IMPRESSA DE 27-12-2006)

Assembleia Municipal da Mealhada

Cabral ignorou dúvidas da oposição… que ficou em «brasa»


A bancada do PSD na Assembleia Municipal nem queria acreditar. Colocou uma série de dúvidas sobre o orçamento e opções do plano da autarquia para 2007. Mas Carlos Cabral ignorou as perguntas. Quem não se conteve foi o social-democrata Mano Nunes. Inconformado com a atitude, não hesitou em chamar de «arrogante, prepotente e autista» ao presidente da edilidade. Indignados, aos social-democratas só restou votaram contra o documento, valendo a maioria socialista para validar o Orçamento da autarquia para 2007


Isabel Gomes Moreira

Mano Soares foi quem mais se insurgiu contra a atitude do presidente da Câmara, ao não responder às questões levantadas pelo social democrata António Miguel Ferreira, considerando o acto “uma desconsideração” por parte do edil.
António Miguel Ferreira questionava o presidente sobre as previsões das receitas: “Sobre as receitas de capital, verificámos que em 2006, dos 7.684.642, 00 euros, somente foram cobradas, até 11 de Dezembro, 3.159.521,00 euros”, que em termos percentuais dá um valor de 41% de cobrança. Será este valor excessivamente baixo?”, questionou o membro social democrata, falando ainda na receita que a Câmara prevê arrecadar com a venda de terrenos e edifícios, interrogando-se “se não será essa uma previsão demasiado optimista?”.
António Miguel Ferreira questionava ainda o executivo sobre “a elevada quantia colocada na rubrica outras”, que segundo o social democrata “corresponde a 3,11% das receitas previstas neste orçamento”.
O membro social democrata lançou ainda outras questões, nomeadamente sobre as razões que justificam “uma previsão da diminuição de receita, em cerca de 7% em relação ao ano passado” e sobre “a diminuição de verbas atribuídas às associações culturais e recreativas”.
As perguntas de António Miguel Ferreira não se ficaram por aqui, querendo ainda saber se a Câmara “tem garantias governamentais ou protocolos que permitam inferir que a plataforma rodoferroviária da Pampilhosa vai mesmo avançar” e se a “verba incluída em orçamento de 2006 para a remodelação da Av. Navarro no Luso foi utilizada”.
António Miguel Ferreira, durante a sua intervenção, criticou ainda “o secretismo” à volta do campo de golf da Pampilhosa, questionando Carlos Cabral sobre “se será este ano que vamos ter algo de concreto sobre esta matéria”.
A intervenção de António Miguel Ferreira surgiria após as explicações de Carlos Cabral sobre o orçamento: “este documento tem uma característica fundamental: o rigor”. O presidente da Câmara, durante a sua intervenção, destacaria ainda algumas das “apostas” da Câmara, falando nomeadamete da zona industrial da Pedrulha, plataforma rodoferroviária da Pampilhosa e o reforço no sector da educação.
“Estamos esclarecidos quanto à posição do PSD”, disse Cabral em resposta a António Miguel Ferreira, que disse que “só o executivo socialista é reponsável pelas suas opções, uma vez que não ouviu os membros das outras forças políticas”. Parco em palavras o presidente fez dois ou três esclarecimentos e depois disse: “fico-me por aqui”.
“Obrigado pelo não esclarecimento”, disse António Miguel Ferreira.

(LER NOTÍCIA NA ÍNTEGRA EDIÇÃO IMPRESSA 27-12-2006)

terça-feira, 29 de agosto de 2006

Tocha
Complexo Desportivo apresentado

Amanhã, quarta-feira, dia 30 de Agosto, pelas 17 horas vai ser apresentado o Complexo Desportivo da Tocha. Na sequência da visita às instalações, o União Desportiva da Tocha irá defrontar a Naval 1º de Maio, num encontro de futebol que marcará a estreia do relvado principal, onde a equipa local irá realizar alguns encontros, o primeiro dos quais já no próximo dia 3 de Setembro, na primeira eliminatória da Taça de Portugal .
A inauguração do Complexo Desportivo da Tocha será agendada logo que estejam concluídas todas as obras, o que deverá acontecer no final do mês de Setembro. A abertura oficial, que está já a ser preparada, contempla, entre outros aspectos, a realização de um torneio de escolas de futebol de várias zonas do País, e mais um jogo entre o União Desportiva da Tocha e outra equipa da Primeira Divisão Nacional.
O Complexo Desportivo da Tocha está localizado próximo do Campo de Futebol das Levadias, numa área situada a poente do núcleo urbano da Vila, no limite Norte da Zona Industrial.
Fazem parte do complexo um campo em relva natural com dimensões oficiais para a realização de competições internacionais e que tem numa das laterais uma bancada central com capacidade para 1000 espectadores. Além disso, no topo poente do relvado principal foi construído um campo secundário em relva artificial, também com dimensões oficiais para a realização de competições internacionais. Trata-se de um recinto que permite a realização de treinos e jogos em regime intensivo, quaisquer que sejam as condições atmosféricas, sem necessidade de manutenção que normalmente é exigida nos campos de relva natural.

quinta-feira, 24 de agosto de 2006

FILARMÓNICA PAMPILHOSENSE DE LUTO

MORREU O MAESTRO MANUEL PLENO

O Maestro Manuel Lindo Pleno, que actualmente dirigia esta Banda, faleceu na passada terça-feira (23 de Agosto) no Hospital Militar de Coimbra.
Natural da Pampilhosa, começou a estudar Música aos sete anos com o seu pai JoaquimPleno, estreando-se na Filarmónica Pampilhosense no instrumento de caixa, mudando depois para requinta. Com 18 anos alistou-se no Exército, na Banda de Música do RI 12, emCoimbra. Em 1956 fez Exame para 1.º Cabo Músico e no mesmo ano efectuou o Exame paraFurriel Músico. No ano seguinte foi promovido e colocado na Banda do RI 16, em Évora,como solista em clarinete sib. Em 1959 iniciou a sua carreira como regente na FilarmónicaLorvanense. Em 1964 fez parte da Orquestra Cívica de Lourenço Marques - Moçambique. Foiregente da Escola do Grupo Amadores de Música Eborense, da Banda CarlistadeMontemor-o-Novo, da Banda de Estremoz, Casa do Povo de Penacova, Santana Ferreira, B. V.Espinho e Pinheiro da Bemposta. Em 1978 frequentou o curso para promoção a Sargento-chefe. Colocado como subchefe da Banda da RMC, formou a Orquestra Ligeira, sendo de seguida transferido para o RIP, como professor de Música no curso de formação de Sargentos. Em 9 de Junho de 1979, foi promovido a Sargento-mor Músico e colocado como subchefe da Banda do Exército. Em 1990, devido à enfermidade de seu pai, passou a dirigir a Filarmónica Pampilhosense e a de Anadia. Frequentou ainda, em Lisboa, no Conservatório Nacional, o Curso de Pedagogia Musical, tendo como Professores Jos Wuytack, Margarida Amaral e Verena Maschat. Actualmente dedicava-se à Composição e Formação de jovens músicos na Filarmónica Pampilhosense, sendo o seu Maestro titular. Faleceu aos 69 anos,vítima de doença.
Praia da Tocha recebe Concurso «Construções na Areia»

Hoje, 24 de Agosto, a partir das 10 horas, realiza-se na Praia da Tocha mais uma edição da fase regional do concurso «Construções na Areia», iniciativa do Diário de Notícias que se realiza todos os anos em diversas praias de Norte a Sul do País. De acordo com o regulamento, podem participar crianças de ambos os sexos, dos 6 aos 14 anos, divididas em duas categorias: a categoria A, dos 6 aos 10 anos, disputa uma prova com a duração de 50 minutos; a categoria B, dos 11 a 14 anos, contempla um período de 60 minutos para elaboração dos trabalhos.
As inscrições são gratuitas e limitadas a 30 concorrentes em cada uma das categorias, os quais, munidos do respectivo Bilhete de Identidade, devem comparecer no recinto onde se realiza o concurso 30 minutos antes da hora marcada para o seu início. Cada participante terá uma área aproximada de 4 m2 para realizar a sua construção, podendo utilizar para o efeito conchas, plantas, algas marinhas, seixos, anilinas (solúveis em água), e apetrechos próprios para esculpir, bem com recorrer a um balde de plástico para transporte de água. A organização do concurso «Construções na Areia» escolheu a Praia da Tocha para realização de mais uma importante jornada da prova depois de ter procedido a uma rigorosa avaliação das condições existentes. Na sequência disso, a Câmara Municipal de Cantanhede disponibilizou-se a apoiar logisticamente a iniciativa, na perspectiva de que se trata de um excelente meio de promoção da reconhecida qualidade balnear da Praia da Tocha.

quarta-feira, 16 de agosto de 2006

Equipa de Futsal do Benfica no Luso

O Pavilhão Municipal do Luso vai acolher, entre os dias 21 de Agosto e 3 de Setembro, a equipa de Futsal do Sport Lisboa e Benfica, que aí realizará o seu estágio.

terça-feira, 8 de agosto de 2006

Homero Serra e Jorge Carvalho, da Junta de Freguesia do Luso

“As termas são o patinho feio”

“Temos que estar alarmados porque de facto, o futuro não se afigura risonho. Se não há movimento, as pessoas vão sendo obrigadas a fechar portas”, diz o presidente da Junta de Freguesia do Luso, Homero Serra, a propósito da diminuição de turistas. O autarca, em entrevista ao nosso jornal, diz ainda que as termas têm sido o “patinho feio” da Sociedade da Água de Luso. Considerando que o Luso tem condições ímpares, Homero Serra recorda a necessidade de revitalizar as termas e defende que a criação de um estabelecimento de ensino privado ajudaria ao desenvolvimento daquela localidade

Renato Paulo Duarte

Mealhada Moderna (MM): O Luso é um pólo turístico por excelência?
Homero Serra (HS): O nome Luso-Buçaco é conhecido mundialmente, pelas suas infra-estruturas. Agora, é um facto que estão a ser mal aproveitadas. Mas continuamos a ser um dos destinos mais desejados da Europa. É fundamental que se concretize a revitalização das termas do Luso, mas também a recuperação da Mata do Buçaco. Neste último caso já se deu o primeiro passo e a Junta de Freguesia teve um papel preponderante, pressionando, junto do poder central, para que houvesse uma intervenção. Já foi conseguido aquilo que consideramos um terço para a recuperação da mata. As outras etapas acabarão por ser ultrapassadas. Os termalistas que eram os dinamizadores do comércio local, não aparecem. E os que aparecem são poucos.

MM: Como vê o processo de revitalização das termas do Luso?
Jorge Carvalho (JC): Aguardamos que, tal como o Dr. Alberto da Ponte afirmou, a Sociedade das Águas de Luso inicie, ainda este ano, todo o processo de revitalização das termas de Luso. Queremos que eles aprovem novos conceitos estratégicos para a actividade termal, fixando e negociando parcerias para a gestão do estabelecimento termal. Isto, aprovando o projecto para as obras tão necessárias no balneário termal. Aguardamos que isso se faça de acordo com o que foi prometido à Câmara Municipal da Mealhada, no programa Luso/ 2007. Recordo que esse programa foi divulgado pela SAL em acto público. Essas promessas têm de ser para cumprir. Foi por isso que, no Luso, muita gente acabou por não se opor à adopção da água para o Cruzeiro, na Vacariça. Todos nós temos consciência da importância de dar condições à SAL para manter a água de Luso como líder do mercado, mas o negócio só é bom, quando ambas as partes saem beneficiadas.

MM: Ao nível de infra-estruturas o Luso está, então, devidamente apetrechado?
HS: Sem dúvida que sim. Parque de campismo, centro de estágios, piscina, campos de ténis, entre outras infra-estruturas, são a prova disso. Desde há dezasseis anos para cá, com a gestão socialista, o Luso teve uma evolução fantástica. Ainda há bem pouco tempo tivemos cá os campeonatos nacionais de atletismo, pelo facto de termos uma pista de tartan de excelente nível. Nesse fim-de-semana, pelas informações que temos, não existiam camas vagas no Luso. Isso quer dizer que as infra-estruturas que temos têm ajudado e muito a dinamizar a economia e o turismo da nossa terra.
(Ler entrevista na íntegra na edição nº151 do Semanário Mealhada Moderna)

segunda-feira, 7 de agosto de 2006


Luso

Tradições lembradas em exposição

Durante o mês de Agosto, os antigos escritórios da Sociedade das Águas do Luso são palco de uma exposição sobre Luso e Buçaco. A iniciativa é da Junta de Turismo local, em parceria com a Junta de Freguesia do Luso.
Foram vários os ilustres que, na inauguração, testemunharam o culminar de um processo de pesquisa intensiva, que decorreu durante quase meio ano, para possibilitar a exposição de objectos de “valor incalculável”, para a história de Luso e Buçaco. De resto, foi esta a opinião expressa por Raul Aguiar, administrador da Junta de Turismo daquela região, de onde partiu a iniciativa, em parceria com a Junta de Freguesia do Luso. Estas entidades contaram com o apoio de um grupo de jovens daquela região.
Raul Aguiar era um homem “emotivo demais para falar do Luso e Buçaco”, como o próprio considerou. “Esta região tem para mim um significado ímpar”, disse.
Pelo que, segundo o próprio, “foi com o objectivo de tentar fazer com que os jovens lusenses se apaixonem pela sua terra que nasceu esta ideia”. “Aqui, a vertente de chamar o turismo é sempre importante, mas, neste caso, mais do que isso, é necessário fazer com que quem cá vive passe a conhecer melhor a sua própria terra”, garantiu.

“Património inigualável”

Ainda assim, apesar do sucesso, admite, “uma iniciativa destas nunca fica totalmente como desejaríamos”. Isto porque, neste caso, “houve material que teve que ficar guardado, visto que não tivemos hipóteses de o catalogar”, lembrou.
De resto, esta não é uma iniciativa totalmente pioneira, para a Junta de Turismo Luso Buçaco. Se por um lado, esta foi a primeira vez em que recaiu a escolha sobre este tema, já no ano passado tinha decorrido uma iniciativa semelhante. Desta feita, por ocasião do centenário da morte de Emídio Navarro.
Homero Serra, presidente da Junta de Freguesia do Luso, viu esta como uma “iniciativa excelente, que visa a promoção de um património inigualável”. “As relíquias são muitas vezes esquecidas e este tipo de iniciativas evitam que isso aconteça”, refere.
Também presente esteve Carlos Cabral, presidente da Câmara Municipal da Mealhada, que disse ter gostado muito do que viu. Este tipo de iniciativas ajudam a compreender melhor aquele que foi o passado do Luso. Desta forma, “as pessoas do Luso são obrigadas a fazer uma reflexão profunda sobre o seu património”, disse.

quinta-feira, 27 de julho de 2006


Ventosa do Bairro

Rancho Infantil e Juvenil
ganhou autocarro

O Rancho Infantil e Juvenil de Ventosa do Bairro comemorou, no passado fim de semana, o seu 24º. aniversário, tendo recebido como prenda um autocarro de 57 lugares, oferecido pela empresa Construções Marvoense.
No sábado, houve animação com o Grupo da Adabem de Mogofores e com o conjunto Swing, de Mira. No domingo, realizou-se o festival de folclore, em que participaram o Grupo de Folclore Estrelinhas do Sul (Seixal), Associação Recreativa Rancho Regional (Mindelo), Rancho Folclórico “Os Campinos” de Vila Chão de Ourique (Cartaxo), Rancho Folclórico “Tá-Mar” (Nazaré) e Rancho Infantil e Juvenil de Ventosa do Bairro.
O desfile dos grupos foi acompanhado de guarda de honra da GNR.
O presidente da Câmara Municipal da Mealhada, Carlos Cabral, marcou presença no evento, tendo, na altura, procedido à entrega de algumas lembranças.
Refira-se que o Rancho Infantil e Juvenil é já uma associação constituída, já fez escritura, aguardando agora a publicação em Diário da República, segundo informações do presidente do grupo, António Simões, que lidera os destinos da colectividade há dois anos.
Com várias saídas agendadas, o grupo actua, este domingo, no Luso, a convite da Junta de Turismo do Luso Buçaco.

Câmara fala num aumento na ordem dos 10%

Vaga de calor fez aumentar consumo de água

Tendo em conta a vaga de calor que se fez sentir nas últimas semanas, a Câmara Municipal da Mealhada parece estar a fazer tudo para prevenir eventuais problemas relacionados com o abastecimento de águas às populações do concelho. Filomena Pinheiro, vice-presidente da autarquia, garantiu não haver motivo para alarme, e reafirmou que “tudo está a ser feito para fazer face às necessidades”

Renato Paulo Duarte

Desde há três anos que, por esta altura, a Câmara Municipal da Mealhada move acções de sensibilização junto da população para reduzir ao mínimo o consumo de água. Este ano, face à recente vaga de calor, a preocupação por parte da autarquia também aumentou.
Luso, Vacariça e Casal Comba são as freguesias que fornecem o abastecimento de água para toda a população do concelho. Apesar da vaga de calor, estes aquíferos continuam em condições de continuar a abastecer o concelho. No entanto, se não chover até ao fim do Verão, o cenário poderá ser bem mais preocupante.
É através da distribuição de desdobráveis, entre outras acções, que vêm sendo movidos esforços para reduzir o consumo de água no concelho. Os piquetes estão hoje, mais do que nunca, alerta para evitar que surjam imprevistos.
Filomena Pinheiro, garante que não existem razões para alarme, mas refere que tudo está a ser feito para prevenir.
De resto, na opinião da autarca, esse tipo de acções têm dado frutos. “Nota-se que as pessoas tentam poupar mais do que acontecia há alguns anos. Desde que, há três anos, começámos a apostar neste tipo de politicas, a população está mais sensível”, considera.
Ainda assim, segundo admite, essa moderação no consumo de água pode não ser apenas fruto da sensibilização. Para Filomena Pinheiro, “a própria crise que hoje se abate sobre a população faz com que se olhe a todos os custos”.
(LER NOTÍCIA NA ÍNTEGRA NA EDIÇÃO IMPRESSA Nº150)

quinta-feira, 20 de julho de 2006

Reocnstrução do Cine-Teatro da Pampilhosa
Assinado contrato de financiamento
Foi já assinado o contrato de financiamento, de cerca de 460 mil euros, para a reconstrução do Cine-Teatro da Pampilhosa, entre a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, a Direcção Geral de Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano e o Grémio de Instrução e Recreio da Pampilhosa.
Da parte da Câmara Municipal da Mealhada está também aprovado um financiamento de 294 mil euros para a recuperação deste imóvel, distribuídos pelos Orçamentos de 2006, 2007 e 2008.
Será, de imediato, lançado o respectivo concurso, estando prevista a correspondente publicação em Diário da República em meados do mês de Agosto, decorrendo durante 30 dias.
O processo está a ser tratado com celeridade, com vista a que as obras tenham início ainda antes do final do ano. O prazo de execução será de 14 meses.
Para além das verbas já inscritas em Orçamento, a Câmara Municipal da Mealhada está a dar todo o apoio, nomeadamente ao nível técnico, tendo o projecto de reconstrução do Cine-Teatro da Pampilhosa sido desenvolvido, a pedido da Câmara da Mealhada, pelo Gabinete de Apoio Técnico de Coimbra, no qual a própria Câmara está integrada.
O Secretário de Estado do Ordenamento do Território e das Cidades, João Ferrão, que aprovou o financiamento para a recuperação do Cine-Teatro da Pampilhosa, visitou o imóvel no passado dia 22 de Junho. “Pretendemos dar vida àquilo que foi, durante muitos anos, o coração da Pampilhosa”, disse, então, João Ferrão, para quem esta recuperação significa um “novo fôlego” para o Cine-Teatro da Pampilhosa, que “tem um passado e uma memória de 100 anos”.
Para o Presidente da Câmara Municipal da Mealhada, que detém também o Pelouro da Cultura, esta é uma notícia muito feliz para todo o Concelho da Mealhada e, em especial, para a Vila da Pampilhosa, dadas as tradições culturais daquele espaço centenário que, durante várias dezenas de anos, foi o verdadeiro centro de cultura do Município, tendo sido encerrado, no final dos anos 80 do séc. XX, por motivos de segurança, e que será agora recuperado.



Futebol
Académica estagia no Luso

Jogadores, equipa técnica e dirigentes da Académica /OAF, que estão, desde dia 17 e até ao próximo dia 23, a preparar a pré-época no Centro de Estágios do Luso, foram recebidos no Salão Nobre dos Paços do Município, pela vice-Presidente, Filomena Pinheiro, pelo vereador do Desporto, António Jorge Franco, e pelo vereador José Calhoa.
A vice-Presidente da Câmara Municipal da Mealhada deu as boas vindas, desejando uma “época de sucesso”. “Estamos sempre disponíveis para os acolhermos”, disse Filomena Pinheiro, sublinhando que os equipamentos desportivos do Concelho estão ao dispor do desporto nacional.
Já o presidente da Académica, José Eduardo Simões, elogiou as “belíssimas instalações do Centro de Estágios do Luso”, manifestando o “reconhecimento profundo por todo o apoio que a Câmara Municipal da Mealhada tem dado não apenas ao futebol de formação, mas também aos elementos da estrutura sénior da Briosa
” e fazendo votos para que “o Centro de Estágios do Luso seja talismã para uma grande temporada”.
Escola Secundária da Mealhada

Ano histórico coroado com nova vitória

Foi oficialmente anunciado no início desta semana a vitória da Escola Secundária da Mealhada no concurso “Ciência na Escola”, organizado pela Fundação Ilídio Pinho. Este prémio foi atribuído ao projecto avaliação da qualidade da água no concelho da Mealhada, num estudo feito no Rio Cértima e Ribeira da Vacariça.
Fernando Trindade, presidente do Conselho Executivo da escola, salientou “o sabor da vitória” e garantiu que “esta reflecte uma vez mais a nossa dinâmica”. “Os alunos que integraram o projecto estão de parabéns, tal como os professores de biologia, Guilherme Duarte e Liliana Santos”, acrescentou.
(LER TEXTO NA ÍNTEGRA NA EDIÇÃO IMPRESSA Nº149)
Mealhada

População idosa afectada com calor intenso


A vaga de calor dos últimos dias provocou um aumento do número de pessoas a solicitar o Serviço de Atendimento Permanente do Centro de Saúde da Mealhada. A confirmação partiu de Manuel Nunes, director daquele serviço, que, ainda assim, referiu não ser “nada de extraordinário”.
“A afluência que se tem verificado é normal para esta altura do ano”, referiu. Ainda assim, lembrou, “os cuidados devem ser mantidos”.
Os idosos são, naturalmente, a faixa etária mais afectada, como refere o responsável. “As pessoas com insuficiência cardíaca, ou dificuldades respiratórias, acabam por ser mais afectadas”, disse. “No entanto, não apareceu ainda ninguém em estado crítico”, acrescentou.
De resto, esta é a realidade das extensões de saúde do concelho da Mealhada, que têm sido alvo de alguma procura mais intensa por parte da população idosa. Manuel Nunes não se manifesta “demasiado preocupado”, tendo em conta que, “todos os anos, por esta altura, há um aumento na procura destes serviços”.

quarta-feira, 19 de julho de 2006


Fernando Castro, presidente da Confraria dos Enófilos da Bairrada
"Temos potencial para sermos competitivos"
Nascida há 27 anos, conta com cerca de 400 membros, a mais antiga confraria báquica do país. Actualmente presidida por Fernando Castro, a Confraria dos Enófilos da Bairrada vem contribuindo para inverter um cenário desfavorável junto do mercado para os produtos da região. O responsável abordou os principais problemas do sector e não admite uma possível extinção da Comissão Vitivinícola da Bairrada

Mealhada Moderna (MM): A Confraria dos Enófilos é conhecida pela realização do concurso "Os Melhores Vinhos da Bairrada". Que outras acções desenvolve?
Fernando Castro (FC): Estatutariamente, a confraria visa a defesa dos vinhos da região da Bairrada. Como tal, tem que desenvolver todas as acções que estiverem ao seu alcance para atingir esse desidrato. Um dos actos em que se tem consubstanciado essa sua acção tem sido, efectivamente, o referido concurso dos melhores vinhos da produção, ainda sem marca, mas produzidos na Bairrada e aptos a poderem ostentar essa mesma denominação. Para além dessa, outras actividades que se têm desenvolvido são, por exemplo, acções de divulgação dos próprios vinhos, nos diversos sectores, em conjunto com outras instituições, ou isoladamente. Temos promovido eventos de divulgação da Bairrada, juntamente com outras confrarias, participando em actividades promovidas pelas próprias, sendo estas báquicas ou gastronómicas. Até porque, o vinho é um elemento da gastronomia. Temos também procurado desenvolver acções de formação para os nossos associados, nomeadamente visitas de estudo a outras regiões vitivinícolas do país ou estrangeiro.
MM: Tanto quanto sabemos, a Confraria dos Enófilos da Bairrada é uma das mais antigas, se não a mais antiga, do país. Que balanço faz da sua actividade?
FC: É uma questão delicada. Enquanto confrade, considero que tem cumprido com as suas obrigações, conforme já referi diversas intervenções que considero importantes. Relativamente a outras confrarias, não tenho elementos para avaliar e saber se a postura daquela que presido tem sido tão significativa quanto o deveria ou não ser. Não posso responder nessa perspectiva. No meu mandato, estamos no início e não posso estar a tirar conclusões precipitadas.
MM: Acha que a confraria tem contribuído para a evolução do sector vitivinícola da Bairrada?
FC: Temos passado por momentos mais profícuos do que outros, ao longo destes quase 27 anos de vida da confraria, mas comecemos pelo primeiro: a confraria contribuiu, logo no seu início, de forma marcante, para a delimitação da região demarcada da Bairrada. A existência da confraria é anterior à criação da região demarcada da Bairrada e contribuiu de forma decisiva para isso. Para além das actividades que já referi, a confraria desenvolveu numa ou noutra altura, a discussão de temas, ou jornadas técnicas, sobre os vinhos da Bairrada. Inclusivamente, trouxe até à região especialistas na área do vinho e da vinha, internacionais e estrangeiros.
MM: Quais são as principais apostas e objectivos do seu mandato?
FC: Para o nosso mandato, que começou em Março, temos objectivos bem definidos. Queremos melhorar o funcionamento interno da confraria, tal como pretendemos aproximar a confraria dos seus associados. Procuramos continuar a desenvolver e dinamizar todas as acções que têm vindo a ser executadas. Concretamente, procurámos já dar um novo figurino, com outra visibilidade, a este concurso dos vinhos, promovendo uma adesão mais significativa possível por parte dos produtores. E isso foi conseguido. Quisemos dar mais visibilidade e maior divulgação ao evento, através de revistas e jornais, o que de certo modo foi conseguido. Temos vindo a procurar fazer a apresentação dos vinhos da Bairrada, em conjunto com outras instituições. Nomeadamente no sector da restauração, o que aconteceu por exemplo, durante a Feira do Vinho e da Vinha. Vamos promover algumas acções conjuntas com o Museu do Vinho e da Vinha. Pretendemos estreitar laços com a Comissão Vitivinícola da Bairrada, para dar mais voz à região, numa altura em que se fala em reorganização das regiões vitivinícolas nacionais. Vamos retomar as actividades das viagens de estudo, para associados e todas as pessoas que queiram aderir. No âmbito das comemorações do centésimo curso de vinificação da Estação Vitivinícola de Anadia, vamos também colaborar nessas jornadas, e entronizar dois confrades honorários, que são, normalmente, pessoas de destaque que contribuam de forma decisiva para a resolução da problemática do vinho.
(LER ENTREVISTA NA ÍNTEGRA NA EDIÇÃO IMPRENSA Nº149)

domingo, 9 de julho de 2006

Lions na Expo Mealhada

O jovem Lions Clube de Mealhada faz a sua “estreia” na Expo Mealhada com um stand, onde tem uma quermesse e uma mesa de matraquilhos, com vista à angariação de receitas para apoio à investigação da chamada “doença dos pezinhos”.
Refira-se que a “doença dos pezinhos”, como é conhecida, é uma doença incurável e progressiva em que o doente, no estádio final, pode ficar acamado ou em cadeira de rodas, apresentando em regra fraqueza muscular e atrofias.
A direcção do clube, presidida por Vítor Costa, apela a que todos os visitantes da feira se associem a esta causa e contribuam para o combate a esta terrível doença.