A Câmara Municipal de Mealhada vai levar a efeito 4ª Gala Desportiva do Município da Mealhada. Esta festa do Desporto visa premiar todos aqueles que ao longo da sua vida e no ano de 2009 tiveram um papel preponderante no desenvolvimento do desporto no concelho da Mealhada
A Gala vai ter 10 categorias de prémios: Associação Desportiva do Ano, Equipa do Ano, Dirigente do Ano, Atleta do Ano, Treinador do Ano e Revelação do Ano, Alto Prestígio, Mérito Desportivo, Personalidade Desportiva do Ano e Prémio Incentivo. Estas 10 categorias podem ter candidaturas apresentadas pelas diversas associações desportivas ou pelo público em geral e pelos elementos do júri até ao dia 11 de Dezembro, às 18h. A ficha de candidatura deve ser enviada para o e-mail desporto@cm-mealhada.pt.
A cerimónia de entrega dos prémios terá lugar no dia 25 Janeiro de 2010, no Cine-Teatro Municipal Messias.
Prémios
Associação Desportiva do Ano (atribuído à associação desportiva que tenha tido um desempenho de relevo ao nível do fomento e desenvolvimento desportivo e ao nível da sua acção na sociedade civil)
Equipa do Ano (atribuído à equipa que teve um desempenho assinalável em termos desportivos ou outro digno de realce)
Dirigente do Ano (será atribuído ao dirigente desportivo que tenha desenvolvido um trabalho de relevo no âmbito do dirigismo desportivo local)
Atleta do Ano (atribuído ao atleta que no ano de 2009 se evidenciou em termos desportivos em prol do seu clube)
Treinador do Ano (Prémio atribuído ao treinador que desenvolveu um trabalho de relevo ao serviço de um clube do concelho ou noutro que elevou o nome do concelho) Revelação do Ano (atribuído a um dirigente, atleta, treinador ou outro que no ano de 2009 tenha tido uma acção significativa em prol do desporto no concelho)
terça-feira, 17 de novembro de 2009
Momentos Bairrada no Casino da Figueira
A Associação Rota da Bairrada e o Casino da Figueira da Foz promovem uma mostra e prova dos produtos vinícolas da Região da Bairrada, com a presença dos produtores associados, esta quinta-feira, dia 19 de Novembro, pelas 18 horas, no Casino da Figueira da Foz, onde está patente, até 27 de Novembro, a exposição “Vinoscópio – o Vinho visto ao Microscópio”.
Director mundial da ADRA na Mealhada e em Anadia
Charles Sanderfurm, director da estrutura mundial da Associação Adventista para o Desenvolvimento, Recursos e Assistência (ADRA) desloca-se a Portugal em Dezembro próximo para efectuar uma visita à congénere portuguesa. No dia 4 daquele mês, aquele responsável visitará as delegações da Mealhada e Anadia, pelas 14h30 e 16h30, respectivamente.
Jovens Cristão do Luso promovem feira do livro
O ATL da Associação dos Jovens Cristão do Luso (AJCL) vai promover uma feira do livro nos dias 5 e 6 de Dezembro. A iniciativa vai decorrer no Centro Paroquial Monsenhor Raul Mira, funcionando no sábado durante todo o dia e no domingo das 10h00 às 13h00.
Esta é a primeira feira do livro da instituição e contará com a presença da Plátano Editora, Porto Editora, Grupo Leya e Livraria Palavras de Culto.
Esta é a primeira feira do livro da instituição e contará com a presença da Plátano Editora, Porto Editora, Grupo Leya e Livraria Palavras de Culto.
terça-feira, 10 de novembro de 2009
Quanto ganham os nossos políticos?

O vencimento do presidente da Câmara da Mealhada é, no total, de 4.233,88 euros por mês, isto se juntarmos o vencimento ilíquido mais as despesas de representação. Este valor cai para os 3.280,47 no caso dos vereadores a tempo inteiro e para os 137,36 euros para vereadores sem pelouro
O Mealhada Moderna deixa nesta edição os abonos que auferem os eleitos locais que, recorde-se, têm por base o vencimento do Presidente da República (PR), que é de 7.630,33 euros. No topo da hierarquia temos o presidente da Câmara, que aufere de um vencimento de 4.233,88 / mês (3.434,00 euros de ordenado ilíquido base + 999,88 euros de despesas de representação), seguindo-se os vereadores a tempo inteiro com 3.280,47 euros/mês (2.747,20 euros de ordenado ilíquido base + 533,27) e o vereadores sem pelouro 137,36 / Mês (68,68 euros por cada senha de presença – duas reuniões mês), tendo em conta que os autarcas da Mealhada são remunerados com base em 45 por cento do vencimento do chefe de estado, uma vez que o concelho tem mais de 10 mil e menos de 40 mil eleitores (ver quadro 1).
O que ganham presidentes de Junta
No que diz respeito aos abonos dos eleitos locais nas freguesias, no caso concreto da Mealhada, todos têm as suas compensações financeiras pela tabela mais baixa, uma vez que as oito freguesias apresentam menos de 5.000 eleitores, auferindo o equivalente a nove por cento do vencimento do presidente de Câmara, no caso concreto do regime de não permanência, o que representa 274,77 euros para o presidente da Junta e 219,82 euros para o secretário e outro tanto para o tesoureiro (ver quadro 2).
O Mealhada Moderna deixa nesta edição os abonos que auferem os eleitos locais que, recorde-se, têm por base o vencimento do Presidente da República (PR), que é de 7.630,33 euros. No topo da hierarquia temos o presidente da Câmara, que aufere de um vencimento de 4.233,88 / mês (3.434,00 euros de ordenado ilíquido base + 999,88 euros de despesas de representação), seguindo-se os vereadores a tempo inteiro com 3.280,47 euros/mês (2.747,20 euros de ordenado ilíquido base + 533,27) e o vereadores sem pelouro 137,36 / Mês (68,68 euros por cada senha de presença – duas reuniões mês), tendo em conta que os autarcas da Mealhada são remunerados com base em 45 por cento do vencimento do chefe de estado, uma vez que o concelho tem mais de 10 mil e menos de 40 mil eleitores (ver quadro 1).
O que ganham presidentes de Junta
No que diz respeito aos abonos dos eleitos locais nas freguesias, no caso concreto da Mealhada, todos têm as suas compensações financeiras pela tabela mais baixa, uma vez que as oito freguesias apresentam menos de 5.000 eleitores, auferindo o equivalente a nove por cento do vencimento do presidente de Câmara, no caso concreto do regime de não permanência, o que representa 274,77 euros para o presidente da Junta e 219,82 euros para o secretário e outro tanto para o tesoureiro (ver quadro 2).
João Moura e Mário João na tabela dos “mais ricos”
Entre as declarações de rendimentos dos 308 autarcas portugueses ao Tribunal Constitucional (TC), há dois autarcas bairradinos na lista dos 11 mais ricos do país. Mário João (Oliveira do Bairro) e João Moura (Cantanhede) fazem parte da lista dos eleitos locais mais “endinheirados”
Nas contas das declarações entregues ao (TC), há 11 autarcas que declararam poupanças superiores a 500 mil euros, para além de investimentos em empresas, imóveis e veículos.
No entanto, quase duas centenas de autarcas declararam para efeitos de IRS, em 2007, rendimentos brutos superiores a 100 mil euros, havendo mesmo dois deles que ultrapassam os 200 mil.
O líder deste ranking, com mais 1,1 milhões de euros em poupanças é o social -democrata Armindo Costa, presidente da Câmara de Vila Nova de Famalicão. E entre os 11 mais ricos (contas a prazo e aplicações financeiras) com poupanças superiores a 500 mil euros encontram-se ainda, a meio da tabela, os autarcas de Oliveira do Bairro, Mário João Oliveira (720 mil euros), e de Cantanhede, João Moura (641 mil euros), numa lista que integra também nomes de outros vizinhos, como é o caso de Estarreja (775 mil euros), Tondela (740 mil euros) e Figueira da Foz (582 mil euros).
Entre as declarações de rendimentos dos 308 autarcas portugueses ao Tribunal Constitucional (TC), há dois autarcas bairradinos na lista dos 11 mais ricos do país. Mário João (Oliveira do Bairro) e João Moura (Cantanhede) fazem parte da lista dos eleitos locais mais “endinheirados”
Nas contas das declarações entregues ao (TC), há 11 autarcas que declararam poupanças superiores a 500 mil euros, para além de investimentos em empresas, imóveis e veículos.
No entanto, quase duas centenas de autarcas declararam para efeitos de IRS, em 2007, rendimentos brutos superiores a 100 mil euros, havendo mesmo dois deles que ultrapassam os 200 mil.
O líder deste ranking, com mais 1,1 milhões de euros em poupanças é o social -democrata Armindo Costa, presidente da Câmara de Vila Nova de Famalicão. E entre os 11 mais ricos (contas a prazo e aplicações financeiras) com poupanças superiores a 500 mil euros encontram-se ainda, a meio da tabela, os autarcas de Oliveira do Bairro, Mário João Oliveira (720 mil euros), e de Cantanhede, João Moura (641 mil euros), numa lista que integra também nomes de outros vizinhos, como é o caso de Estarreja (775 mil euros), Tondela (740 mil euros) e Figueira da Foz (582 mil euros).
(Reportagem completa na edição impressa de 11 Nov)
Novela da TVI com música da Mealhada

Apesar da sua formação recente, a banda de rock da Mealhada “Boycote” está a causar sensação com o seu single “Tu és”, que pode ser ouvido na novela da TVI “Meu Amor”
Têm em comum a paixão pela música e o facto de nos anos 90 terem feito parte de uma banda chamada Mr. Funk, referência no país no universo das bandas de bares. Com vontade de abandonar os covers e crescerem como músicos apostando noutros projectos, os Boycote decidiram apostar nos temas originais e cantar em português. Dessa vontade nasceu a nova banda mealhadense, que integra Manuel Almeida (guitarra), João Cruz (acústica), Paulo Nuno (bateria), todos da Mealhada e Carlos Malta (voz), de Oliveira do Bairro.
Numa altura em que apostam em dar a conhecer o seu trabalho, o Mealhada Moderna falou com os músicos, que nos explicaram como a sua música acabou por aparecer numa telenovela da TVI.
“O mérito é todo do nosso manager Miro Vaz, que ouviu o nosso CD e o apresentou à TVI”, fez questão de frisar Manuel Almeida, o mentor do projecto, dando ainda conta do impacto que essa participação está a ter no lançamento da nova banda.
“Temos tido bastante feedback sobretudo através de mensagens no my space da banda”, conta Manuel Almeida.
Têm em comum a paixão pela música e o facto de nos anos 90 terem feito parte de uma banda chamada Mr. Funk, referência no país no universo das bandas de bares. Com vontade de abandonar os covers e crescerem como músicos apostando noutros projectos, os Boycote decidiram apostar nos temas originais e cantar em português. Dessa vontade nasceu a nova banda mealhadense, que integra Manuel Almeida (guitarra), João Cruz (acústica), Paulo Nuno (bateria), todos da Mealhada e Carlos Malta (voz), de Oliveira do Bairro.
Numa altura em que apostam em dar a conhecer o seu trabalho, o Mealhada Moderna falou com os músicos, que nos explicaram como a sua música acabou por aparecer numa telenovela da TVI.
“O mérito é todo do nosso manager Miro Vaz, que ouviu o nosso CD e o apresentou à TVI”, fez questão de frisar Manuel Almeida, o mentor do projecto, dando ainda conta do impacto que essa participação está a ter no lançamento da nova banda.
“Temos tido bastante feedback sobretudo através de mensagens no my space da banda”, conta Manuel Almeida.
Pedido de apoio para as Escolíadas divide executivo
O pedido do reforço de apoio para a realização das Escolíadas, evento cultural e recreativo que anualmente reúne centenas de jovens estudantes da região, foi o mote para as primeiras divergências no seio do novo executivo municipal, que na passada quinta-feira deixou vincadas posições diferentes quanto ao evento em causa, com o presidente da Câmara, Carlos Cabral, a destacar que “as Escolíadas não valem nada se a escola da Mealhada não concorrer”
Apesar de uma pequena ordem de trabalhos sem grandes decisões, a última sessão pública da Câmara acabou por ser mais extensa que o previsto na medida em que levou à reunião os responsáveis da Escolíadas - Associação Recreativo-Cultural, a pedir um apoio mais “substancial” para o evento mais expressivo da associação: As Escolíadas.
Cláudio Pires, da associação, esteve naquela sessão com o propósito de pedir “apoio para além da atribuição de medalhas, que faz anualmente”, argumentando que “em conversa com a vice-presidente, em Março passado, foi prometido uma nova forma de apoio mas tal não se veio a concretizar. O dirigente frisou igualmente que desde aquela data tem pedido para ser ouvido pelo presidente da Câmara, sem que tenha conseguido.
“A DREC apoia as Escolíadas, o IPJ aumentou para o dobro o apoio na última edição e a Câmara continua a dar o mesmo, ou seja, a pagar as medalhas, depois de termos insistido em que pudesse fazer algo mais pelo evento”, disse Cláudio Pires, anunciando que “há três concelhos interessados em receber o evento enquanto da Câmara Mealhada não temos qualquer resposta”.
O evento, que na última edição custou cerca de 47 mil euros, contou com o apoio da Direcção Regional de Educação do Centro (DREC) (3.000 euros) e do Instituto Português da Juventude (IPJ) que no último ano duplicou o apoio (passando de 4.500 para 9.000 euros), verbas estas que Cláudio Pires considera manifestamente insuficientes para levar a cabo o evento, daí ter recorrido à Câmara para garantir um apoio mais expressivo.
Na resposta ao pedido da associação, o presidente da Câmara começou por dizer que “a associação ao ser recebida pela vice-presidente da Câmara foi o mesmo que ser pelo presidente”, lembrando que “as candidaturas das associações culturais aos subsídios da Câmara decorreram de 1 a 30 de Junho passado”.
A vice-presidente, Filomena Pinheiro, por seu turno, disse que “a Câmara apoiou mais que o normal a ultima edição”. “Toda a despesa da Escola Secundária da Mealhada foi custeada pela Câmara. Esse foi o apoio diferente este ano, para além do que já é normal dar às Escolíadas” e lembrou que “a Câmara, pela via da relação institucional pediu apoio da DREC e do IPJ para o evento”.
“Agora se o evento corre o risco de ir para outro concelho, cabe ao Cláudio decidir onde quer pô-lo”, disse, reconhecendo que o evento representa “um momento extraordinário de envolvência dos jovens, levando, pelo local onde é realizado, a que as famílias tenham uma noção diferente e positiva do que é uma discoteca”.
Cláudio Pires respondeu e disse que apesar da Câmara ter custeado a participação da Mealhada nada adiantou porque “as escoliadas tiveram o mesmo gasto com qualquer uma das escolas”.
Posições diferentes sobre o evento
Não descartando a hipótese de avançar com um novo tipo de apoio, Filomena Pinheiro lembrou que pediu a relação das despesas que tiveram com as escolas “para analisar, porque o ano ainda não acabou e não decido sozinha”, disse, prometendo analisar o assunto para o próximo orçamento.
No seguimento das considerações do presidente da associação sobre a importância da associação que dirige e do evento, em particular, o presidente da Câmara afirmou estar
“farto dos argumentos que esta ou aquela associação é única ou faz eventos únicos e é melhor que as outras”. “Temos 53 associações e todas elas são únicas” e “para mim as Escolíadas não valem nada se a Escola da Mealhada não concorrer”.
Falando em defesa das Escolíadas, Miguel Ferreira (PSD) lembrou que não se deveria cometer “erros do passado ao criar barreiras com quem se disponibiliza para fazer este tipo de eventos”, e alertou para o perigo de se poder estar a “menosprezar um evento que tem a visibilidade mediática que tem e os jovens que envolve” argumentando que “se há concelhos que convidam as escolíadas é porque lhe reconhecem valor”.
Cabral respondeu, em seguida: “Gostaria que o senhor fizesse esse discurso à frente dos dirigentes das outras associações do concelho”.
Leonor Lopes (PSD) disse que as Escolíadas não podem ser comparadas com um rancho folclórico do concelho e defendeu que “há eventos que devem ter uma atenção privilegiada”.
Com posições diferentes da sua na mesa de reuniões, Carlos Cabral vincou que não está contra as Escolíadas nem contra a associação, mas lembrou que “há normas e padrões definidos de apoio às associações do concelho”. “Oponho-me que haja qualquer discriminação positiva”.
Arminda Martins (PS) destacou a qualidade do evento e contrariou o presidente: “Estamos aqui a analisar o evento e não a associação. O evento valerá a mesma coisa com ou sem a escola da Mealhada, contrario o senhor presidente pois a escola é que decide se quer participar ou não”.
Filomena Pinheiro reiterou a posição assumida: “Estou com o senhor presidente. Escolíadas sem as escolas da Mealhada não são Escolíadas”.
A primeira reunião pública deste novo colégio de vereadores nada mais trouxe para além da informação da Câmara sobre as competências da nova vereação.
Apesar de uma pequena ordem de trabalhos sem grandes decisões, a última sessão pública da Câmara acabou por ser mais extensa que o previsto na medida em que levou à reunião os responsáveis da Escolíadas - Associação Recreativo-Cultural, a pedir um apoio mais “substancial” para o evento mais expressivo da associação: As Escolíadas.
Cláudio Pires, da associação, esteve naquela sessão com o propósito de pedir “apoio para além da atribuição de medalhas, que faz anualmente”, argumentando que “em conversa com a vice-presidente, em Março passado, foi prometido uma nova forma de apoio mas tal não se veio a concretizar. O dirigente frisou igualmente que desde aquela data tem pedido para ser ouvido pelo presidente da Câmara, sem que tenha conseguido.
“A DREC apoia as Escolíadas, o IPJ aumentou para o dobro o apoio na última edição e a Câmara continua a dar o mesmo, ou seja, a pagar as medalhas, depois de termos insistido em que pudesse fazer algo mais pelo evento”, disse Cláudio Pires, anunciando que “há três concelhos interessados em receber o evento enquanto da Câmara Mealhada não temos qualquer resposta”.
O evento, que na última edição custou cerca de 47 mil euros, contou com o apoio da Direcção Regional de Educação do Centro (DREC) (3.000 euros) e do Instituto Português da Juventude (IPJ) que no último ano duplicou o apoio (passando de 4.500 para 9.000 euros), verbas estas que Cláudio Pires considera manifestamente insuficientes para levar a cabo o evento, daí ter recorrido à Câmara para garantir um apoio mais expressivo.
Na resposta ao pedido da associação, o presidente da Câmara começou por dizer que “a associação ao ser recebida pela vice-presidente da Câmara foi o mesmo que ser pelo presidente”, lembrando que “as candidaturas das associações culturais aos subsídios da Câmara decorreram de 1 a 30 de Junho passado”.
A vice-presidente, Filomena Pinheiro, por seu turno, disse que “a Câmara apoiou mais que o normal a ultima edição”. “Toda a despesa da Escola Secundária da Mealhada foi custeada pela Câmara. Esse foi o apoio diferente este ano, para além do que já é normal dar às Escolíadas” e lembrou que “a Câmara, pela via da relação institucional pediu apoio da DREC e do IPJ para o evento”.
“Agora se o evento corre o risco de ir para outro concelho, cabe ao Cláudio decidir onde quer pô-lo”, disse, reconhecendo que o evento representa “um momento extraordinário de envolvência dos jovens, levando, pelo local onde é realizado, a que as famílias tenham uma noção diferente e positiva do que é uma discoteca”.
Cláudio Pires respondeu e disse que apesar da Câmara ter custeado a participação da Mealhada nada adiantou porque “as escoliadas tiveram o mesmo gasto com qualquer uma das escolas”.
Posições diferentes sobre o evento
Não descartando a hipótese de avançar com um novo tipo de apoio, Filomena Pinheiro lembrou que pediu a relação das despesas que tiveram com as escolas “para analisar, porque o ano ainda não acabou e não decido sozinha”, disse, prometendo analisar o assunto para o próximo orçamento.
No seguimento das considerações do presidente da associação sobre a importância da associação que dirige e do evento, em particular, o presidente da Câmara afirmou estar
“farto dos argumentos que esta ou aquela associação é única ou faz eventos únicos e é melhor que as outras”. “Temos 53 associações e todas elas são únicas” e “para mim as Escolíadas não valem nada se a Escola da Mealhada não concorrer”.
Falando em defesa das Escolíadas, Miguel Ferreira (PSD) lembrou que não se deveria cometer “erros do passado ao criar barreiras com quem se disponibiliza para fazer este tipo de eventos”, e alertou para o perigo de se poder estar a “menosprezar um evento que tem a visibilidade mediática que tem e os jovens que envolve” argumentando que “se há concelhos que convidam as escolíadas é porque lhe reconhecem valor”.
Cabral respondeu, em seguida: “Gostaria que o senhor fizesse esse discurso à frente dos dirigentes das outras associações do concelho”.
Leonor Lopes (PSD) disse que as Escolíadas não podem ser comparadas com um rancho folclórico do concelho e defendeu que “há eventos que devem ter uma atenção privilegiada”.
Com posições diferentes da sua na mesa de reuniões, Carlos Cabral vincou que não está contra as Escolíadas nem contra a associação, mas lembrou que “há normas e padrões definidos de apoio às associações do concelho”. “Oponho-me que haja qualquer discriminação positiva”.
Arminda Martins (PS) destacou a qualidade do evento e contrariou o presidente: “Estamos aqui a analisar o evento e não a associação. O evento valerá a mesma coisa com ou sem a escola da Mealhada, contrario o senhor presidente pois a escola é que decide se quer participar ou não”.
Filomena Pinheiro reiterou a posição assumida: “Estou com o senhor presidente. Escolíadas sem as escolas da Mealhada não são Escolíadas”.
A primeira reunião pública deste novo colégio de vereadores nada mais trouxe para além da informação da Câmara sobre as competências da nova vereação.
Magister encheu Cine-Teatro Messias na festa dos 21 anos
O Grupo Coral Magister celebrou os 21 anos na presença de cerca de 400 pessoas, num sarau musical que encheu o Cine-Teatro Messias, no passado sábado, numa festa que marcou o regresso de mais elementos ao coro e reforçou a aposta na secção infantil
Para o presidente do Magister, Nuno Salgado, este foi “um dos melhores aniversários de sempre”, comentando que a festa “atingiu e superou as expectativas do grupo” e a prova disso foi o facto de terem contado com uma moldura humana de cerca de 400 pessoas, que “não desperdiçaram a oportunidade de apreciarem momentos de verdadeira qualidade cultural”, onde se destacaram o Grupo Coral Vox et Communio, de Penacova; o Coral de Agrupación Musical do Rosal, de Pontevedra-Espanha; o Coro dos Antigos Orfeonistas da Universidade de Coimbra (AOUC) e o Grupo de Fados de Coimbra do Coro dos AOUC, para além dos anfitriões, também na sua variante infantil, para o qual foram encaminhadas as receitas deste sarau.
Recorde-se que o Grupo Coral Magister criou recentemente o Grupo Coral Infantil, em parceria com o ATL da Santa Casa da Misericórdia da Mealhada e o Grupo de Catequese da Paróquia da Mealhada, que começará a funcionar, brevemente, nas instalações daquele ATL.
Para o presidente do Magister, Nuno Salgado, este foi “um dos melhores aniversários de sempre”, comentando que a festa “atingiu e superou as expectativas do grupo” e a prova disso foi o facto de terem contado com uma moldura humana de cerca de 400 pessoas, que “não desperdiçaram a oportunidade de apreciarem momentos de verdadeira qualidade cultural”, onde se destacaram o Grupo Coral Vox et Communio, de Penacova; o Coral de Agrupación Musical do Rosal, de Pontevedra-Espanha; o Coro dos Antigos Orfeonistas da Universidade de Coimbra (AOUC) e o Grupo de Fados de Coimbra do Coro dos AOUC, para além dos anfitriões, também na sua variante infantil, para o qual foram encaminhadas as receitas deste sarau.
Recorde-se que o Grupo Coral Magister criou recentemente o Grupo Coral Infantil, em parceria com o ATL da Santa Casa da Misericórdia da Mealhada e o Grupo de Catequese da Paróquia da Mealhada, que começará a funcionar, brevemente, nas instalações daquele ATL.
Mealhada capital da medicina nuclear por três dias
O XII Congresso Nacional de Medicina Nuclear, sob o patrocínio científico da Sociedade Portuguesa de Medicina Nuclear, decorrerá este ano na Mealhada, na Quinta dos 3 Pinheiros. Da próxima quinta-feira a sábado, cerca de 150 participantes (médicos, técnicos e diversos especialistas da área) analisam o estado da arte e debatem perspectivas futuras na investigação e na prática clínica
Entre outros desafios, a iniciativa não será alheia aos estudos funcionais hepáticos, pulmonares e cardíacos e o PET em Oncologia, que são alguns dos temas em destaque na área clínica. Por outro lado, o controlo de qualidade, dosimetria e radioprotecção, novos ligandos e novos alvos estão em análise no âmbito da investigação e medicina nuclear básica; o futuro da imagem molecular e os novos equipamentos em medicina nuclear são questões colocadas na área dos equipamentos e imagem.
Segundo o presidente da comissão instaladora, Adriano Rodrigues “pretende-se que o congresso constitua um amplo espaço de discussão científica e técnica, com troca de experiências e conhecimentos entre as diferentes comunidades científicas nacionais e estrangeiras, de uma forma abrangente envolvendo médicos, técnicos e indústria”.
Serge Askienazy, Ali Fassouli, Jeffrey Yap, York Haemisch e Fabrice Chaumard são os oradores estrangeiros convidados para o XII Congresso Nacional de Medicina Nuclear, para além de Maria João Santiago Santiago Ribeiro que exerce a sua actividade de investigação e clínica num Centro de PET em Orsay-Paris. O Congresso tem como presidente João Manuel Pedroso de Lima e como presidente da Comissão Científica Maria Filomena Botelho.
No decurso da reunião científica será possível efectuar uma visita guiada às instalações do Instituto de Ciências Nucleares Aplicadas à Saúde (ICNAS), localizado no Pólo III da Universidade de Coimbra, junto ao Hospital, afim de ver as instalações e o funcionamento do primeiro ciclotrão público instalado no nosso País.
Este evento conta com o apoio da Câmara da Mealhada, que oferece aos conferencistas, no primeiro dia, ao início da noite, um espumante de honra, nas Caves Messias.
Entre outros desafios, a iniciativa não será alheia aos estudos funcionais hepáticos, pulmonares e cardíacos e o PET em Oncologia, que são alguns dos temas em destaque na área clínica. Por outro lado, o controlo de qualidade, dosimetria e radioprotecção, novos ligandos e novos alvos estão em análise no âmbito da investigação e medicina nuclear básica; o futuro da imagem molecular e os novos equipamentos em medicina nuclear são questões colocadas na área dos equipamentos e imagem.
Segundo o presidente da comissão instaladora, Adriano Rodrigues “pretende-se que o congresso constitua um amplo espaço de discussão científica e técnica, com troca de experiências e conhecimentos entre as diferentes comunidades científicas nacionais e estrangeiras, de uma forma abrangente envolvendo médicos, técnicos e indústria”.
Serge Askienazy, Ali Fassouli, Jeffrey Yap, York Haemisch e Fabrice Chaumard são os oradores estrangeiros convidados para o XII Congresso Nacional de Medicina Nuclear, para além de Maria João Santiago Santiago Ribeiro que exerce a sua actividade de investigação e clínica num Centro de PET em Orsay-Paris. O Congresso tem como presidente João Manuel Pedroso de Lima e como presidente da Comissão Científica Maria Filomena Botelho.
No decurso da reunião científica será possível efectuar uma visita guiada às instalações do Instituto de Ciências Nucleares Aplicadas à Saúde (ICNAS), localizado no Pólo III da Universidade de Coimbra, junto ao Hospital, afim de ver as instalações e o funcionamento do primeiro ciclotrão público instalado no nosso País.
Este evento conta com o apoio da Câmara da Mealhada, que oferece aos conferencistas, no primeiro dia, ao início da noite, um espumante de honra, nas Caves Messias.
Desfile de moda na Mealhada “espevita” comércio local
Os 3 Pinheiros foram palco, na noite de sábado, para o primeiro desfile de moda, promovido pela Associação Comercial e Industrial do Concelho da Mealhada (ACIM).
A iniciativa, realizada no âmbito do MODCOM, envolveu várias crianças e jovens mealhadenses que ousaram percorrer a passerelle para dar a conhecer as várias propostas dos 10 estabelecimentos comerciais que participaram no evento, que contou com a animação de Mc Fly e de músicos da Associação Jovens Cristãos de Luso.
Participaram no evento Catarina Pires, Ruben Sport, Carlos Lopes Lda., Vítor Manuel Ferreira de Bastos Unipessoal Lda., Francisco dos Santos Marques, Brothers, Modas Tentação, Intimus Lingerie e R&L e a Óptica Univisão.
Os penteados dos manequins ficaram a cargo do salão Isa Fashion Hair e a maquilhagem por conta de Sandra Lourenço. Todos os momentos foram registados pela Foto Dany.
Na oportunidade, Carlos Pinheiro, presidente da ACIM, fez questão de agradecer aos comerciantes que participaram no evento, aos jovens manequins da Mealhada, aos Três Pinheiros, a Cláudio Pires e a todas as pessoas que colaboraram “no sucesso do evento”.
O dirigente explicou ainda que o evento teve como “finalidade, tal como todos os outros realizados, contribuir para o engrandecimento, dinamização e promoção do nosso comércio tradicional”.
“O evento a que acabamos de assistir é sem dúvida bem demonstrativo de que a Mealhada tem estabelecimentos de qualidade capazes de responder àquilo que deles esperamos, falta-lhes, isso sim, mais motivação, acção e participação, para ultrapassar isso a ACIM tem tentado fazer o papel de locomotiva com acções destas e outras que brevemente divulgaremos para realizar ainda este ano”, afirmou, por fim, o presidente da associação.
A iniciativa, realizada no âmbito do MODCOM, envolveu várias crianças e jovens mealhadenses que ousaram percorrer a passerelle para dar a conhecer as várias propostas dos 10 estabelecimentos comerciais que participaram no evento, que contou com a animação de Mc Fly e de músicos da Associação Jovens Cristãos de Luso.
Participaram no evento Catarina Pires, Ruben Sport, Carlos Lopes Lda., Vítor Manuel Ferreira de Bastos Unipessoal Lda., Francisco dos Santos Marques, Brothers, Modas Tentação, Intimus Lingerie e R&L e a Óptica Univisão.
Os penteados dos manequins ficaram a cargo do salão Isa Fashion Hair e a maquilhagem por conta de Sandra Lourenço. Todos os momentos foram registados pela Foto Dany.
Na oportunidade, Carlos Pinheiro, presidente da ACIM, fez questão de agradecer aos comerciantes que participaram no evento, aos jovens manequins da Mealhada, aos Três Pinheiros, a Cláudio Pires e a todas as pessoas que colaboraram “no sucesso do evento”.
O dirigente explicou ainda que o evento teve como “finalidade, tal como todos os outros realizados, contribuir para o engrandecimento, dinamização e promoção do nosso comércio tradicional”.
“O evento a que acabamos de assistir é sem dúvida bem demonstrativo de que a Mealhada tem estabelecimentos de qualidade capazes de responder àquilo que deles esperamos, falta-lhes, isso sim, mais motivação, acção e participação, para ultrapassar isso a ACIM tem tentado fazer o papel de locomotiva com acções destas e outras que brevemente divulgaremos para realizar ainda este ano”, afirmou, por fim, o presidente da associação.
Catástrofe simulada com criticas reais
Um “acidente” com um autocarro de passageiros e dois ligeiros provocou “dois mortos e 24 feridos”, no passado domingo, na Mealhada. A operação envolveu 73 bombeiros de sete corporações, que demoraram duas horas para resgatar as vítimas numa mega operação de salvamento. No final, e com a garantia que ninguém se magoou, todos ficaram satisfeitos com a prontidão e acção dos bombeiros neste simulacro para testar as reais capacidades de socorro num acidente deste tipo
Foi por volta das 10h00 da Manhã de domingo que um autocarro de passageiros, por razões desconhecidas, envolveu-se num “aparatoso acidente” com dois veículos ligeiros, provocando a morte dos respectivos condutores e fazendo feridos todos os ocupantes do autocarro. O acidente “deu-se” na Avenida 25 de Abril e serviu para testar as capacidades dos bombeiros para este tipo de sinistro, num simulacro que envolveu as corporações da Mealhada e Pampilhosa, para além dos bombeiros de Anadia, Águeda, Oliveira do Bairro, Cantanhede e Mortágua.
Em termos de números, o simulacro envolveu 73 bombeiros e socorristas, apoiados por 23 viaturas, para além de três Viaturas Médicas de Emergência e Reanimação (VMER), uma Viatura de Intervenção em Catástrofe (VIC) e um Posto Médico Avançado.
No final, o comandante dos Bombeiros Voluntários da Mealhada, António Lousada, garantiu que os objectivos pretendidos foram conseguidos, frisando que o simulacro “serviu, e bem, para testar as capacidades dos bombeiros”, na medida em que “a qualquer altura podemos estar confrontados com uma situação destas e por isso há que ter qualidade e prontidão neste tipo de respostas”. “Esta é a melhor forma de nos prepararmos”, disse o comandante, apontando que “a articulação entre todas as corporações funcionou muito bem, dentro daquilo que era expectável”.
Ainda em jeito de balanço, e depois de duas horas de socorro às vítimas, incluído trabalhos de desencarceramento e resgate dos feridos do interior das três viaturas, António Lousada disse que ia reunir com todos os intervenientes e “tirar ilações sobre o que correu bem ou aquilo que, porventura, não correu tão bem”.
Este simulacro de acidente rodoviário, no âmbito do Plano Anual de Instrução dos bombeiros, foi feito em coordenação com a Protecção Civil Municipal e conta com a colaboração dos corpos de bombeiros já referidos, do Centro de Saúde da Mealhada, do INEM, da GNR e dos Escuteiros da Mealhada, para além do apoio e colaboração da Transdev e do Auto IC2.
Foi por volta das 10h00 da Manhã de domingo que um autocarro de passageiros, por razões desconhecidas, envolveu-se num “aparatoso acidente” com dois veículos ligeiros, provocando a morte dos respectivos condutores e fazendo feridos todos os ocupantes do autocarro. O acidente “deu-se” na Avenida 25 de Abril e serviu para testar as capacidades dos bombeiros para este tipo de sinistro, num simulacro que envolveu as corporações da Mealhada e Pampilhosa, para além dos bombeiros de Anadia, Águeda, Oliveira do Bairro, Cantanhede e Mortágua.
Em termos de números, o simulacro envolveu 73 bombeiros e socorristas, apoiados por 23 viaturas, para além de três Viaturas Médicas de Emergência e Reanimação (VMER), uma Viatura de Intervenção em Catástrofe (VIC) e um Posto Médico Avançado.
No final, o comandante dos Bombeiros Voluntários da Mealhada, António Lousada, garantiu que os objectivos pretendidos foram conseguidos, frisando que o simulacro “serviu, e bem, para testar as capacidades dos bombeiros”, na medida em que “a qualquer altura podemos estar confrontados com uma situação destas e por isso há que ter qualidade e prontidão neste tipo de respostas”. “Esta é a melhor forma de nos prepararmos”, disse o comandante, apontando que “a articulação entre todas as corporações funcionou muito bem, dentro daquilo que era expectável”.
Ainda em jeito de balanço, e depois de duas horas de socorro às vítimas, incluído trabalhos de desencarceramento e resgate dos feridos do interior das três viaturas, António Lousada disse que ia reunir com todos os intervenientes e “tirar ilações sobre o que correu bem ou aquilo que, porventura, não correu tão bem”.
Este simulacro de acidente rodoviário, no âmbito do Plano Anual de Instrução dos bombeiros, foi feito em coordenação com a Protecção Civil Municipal e conta com a colaboração dos corpos de bombeiros já referidos, do Centro de Saúde da Mealhada, do INEM, da GNR e dos Escuteiros da Mealhada, para além do apoio e colaboração da Transdev e do Auto IC2.
Hospital da Mealhada fora do simulacro
O Hospital Misericórdia da Mealhada (HMM) ficou de fora do simulacro do passado domingo pelo facto de não estar referenciando pelo INEM, disse o director clínico daquela unidade, Aloísio Leão. Sobre o assunto, o presidente da Câmara da Mealhada, Carlos Cabral, lamentou a situação considerando que “se fosse uma situação real, a burocracia matava alguns”
Carlos Cabral reagiu daquela forma ao facto do exercício prever que os feridos fossem transportados para os Hospitais da Universidade de Coimbra em detrimento do hospital local. “Lamento profundamente esta situação e questiono porque é que os feridos não foram para o Hospital da Mealhada”, disse o presidente da Câmara.
“Não posso tolerar que a burocracia se sobreponha à vida das pessoas”, disse aos jornalistas o presidente da Câmara da Mealhada, frisando que vai “transmitir esta preocupação a quem de direito”, pois “embora isto seja um simulacro não se deve simular tanta coisa”. “Vou participar disto e não me calarei quanto ao assunto”, concluiu.
Sobre o assunto, o director clínico do HMM, Aloísio Leão, diz não saber quais os motivos pelos quais não deram “autorização ao hospital para receber os feridos”, explicando que no decorrer da semana passada “informaram que o HMM não estava referenciado para o INEM”. “Sinceramente, não tinha conhecimento do assunto, mas desde logo remeti toda a informação que foi pedida e garantiram-nos que teríamos autorização para participar no simulacro e passarmos a ser referenciados para o INEM”, disse o clínico, lamentando que “afinal, no dia do simulacro acabei por saber que ARS não tinha dado autorização para tal”.
Perante estes desenvolvimentos, Aloísio Leão promete que ao longo desta semana vai “averiguar” as razões que deixaram o hospital de fora, uma vez que “da parte do HMM houve um grande esforço para inverter a situação quando foi sabido que não éramos referenciados pelo INEM”.
Apesar de tudo, o director clínico assistiu ao simulacro, considerando que o mesmo “foi muito bem organizado, com muita coordenação e disciplina”.
Opinião semelhante teve o presidente da Câmara, ao afiançar que “a coordenação foi muito boa e os objectivos foram conseguidos, já que a finalidade era a formação dos bombeiros”.
O Hospital Misericórdia da Mealhada (HMM) ficou de fora do simulacro do passado domingo pelo facto de não estar referenciando pelo INEM, disse o director clínico daquela unidade, Aloísio Leão. Sobre o assunto, o presidente da Câmara da Mealhada, Carlos Cabral, lamentou a situação considerando que “se fosse uma situação real, a burocracia matava alguns”
Carlos Cabral reagiu daquela forma ao facto do exercício prever que os feridos fossem transportados para os Hospitais da Universidade de Coimbra em detrimento do hospital local. “Lamento profundamente esta situação e questiono porque é que os feridos não foram para o Hospital da Mealhada”, disse o presidente da Câmara.
“Não posso tolerar que a burocracia se sobreponha à vida das pessoas”, disse aos jornalistas o presidente da Câmara da Mealhada, frisando que vai “transmitir esta preocupação a quem de direito”, pois “embora isto seja um simulacro não se deve simular tanta coisa”. “Vou participar disto e não me calarei quanto ao assunto”, concluiu.
Sobre o assunto, o director clínico do HMM, Aloísio Leão, diz não saber quais os motivos pelos quais não deram “autorização ao hospital para receber os feridos”, explicando que no decorrer da semana passada “informaram que o HMM não estava referenciado para o INEM”. “Sinceramente, não tinha conhecimento do assunto, mas desde logo remeti toda a informação que foi pedida e garantiram-nos que teríamos autorização para participar no simulacro e passarmos a ser referenciados para o INEM”, disse o clínico, lamentando que “afinal, no dia do simulacro acabei por saber que ARS não tinha dado autorização para tal”.
Perante estes desenvolvimentos, Aloísio Leão promete que ao longo desta semana vai “averiguar” as razões que deixaram o hospital de fora, uma vez que “da parte do HMM houve um grande esforço para inverter a situação quando foi sabido que não éramos referenciados pelo INEM”.
Apesar de tudo, o director clínico assistiu ao simulacro, considerando que o mesmo “foi muito bem organizado, com muita coordenação e disciplina”.
Opinião semelhante teve o presidente da Câmara, ao afiançar que “a coordenação foi muito boa e os objectivos foram conseguidos, já que a finalidade era a formação dos bombeiros”.
Pesca, Sopas & Tapas na Pampilhosa

O Mercado Municipal da Pampilhosa foi palco, no passado fim de semana, da 1ª Mostra de Pesca-Sopas & Tapas, uma iniciativa das secções de pesca desportiva da Associação Desportiva e Cultural dos Pescadores de Pampilhosa
Foram degustados alguns petiscos e sopas tendo por base o peixe e o marisco. O balanço da iniciativa, segundo Reinaldo Costa, responsável da associação, é positivo.
“Para uma 1ª Mostra do género, inédita na Pampilhosa, podemos afirmar que os resultados foram positivos”, refere o dirigente, apostado em dar continuidade ao evento no futuro.
Reinaldo Costa, em nome da associação, “agradece sobretudo a todos os Pampilhosenses que honraram a associação com a sua presença, bem como àqueles que das freguesias vizinhas, e de mais longe, também compareceram”.
No domingo, dia 8, foram distribuídos os prémios aos atletas que participaram no 1º Concurso de Barco Fundeado, que teve lugar em Peniche, no passado dia 24 de Outubro.
Refira-se ainda que a 1ª Mostra contou com a presença do vereador do Desporto da Câmara Municipal da Mealhada, de elementos da Junta de Freguesia de Pampilhosa, do representante da Associação Regional de Pesca Desportiva de Aveiro e Beira Litoral e do presidente e membros da direcção da Federação Portuguesa de Pesca Desportiva de Alto Mar.
O evento contou com os apoios da Câmara Municipal da Mealhada, Junta de Freguesia de Pampilhosa, associações da Pampilhosa, várias empresas ligadas às actividades de restauração e turismo e do comércio de equipamentos para pesca desportiva.
Foram degustados alguns petiscos e sopas tendo por base o peixe e o marisco. O balanço da iniciativa, segundo Reinaldo Costa, responsável da associação, é positivo.
“Para uma 1ª Mostra do género, inédita na Pampilhosa, podemos afirmar que os resultados foram positivos”, refere o dirigente, apostado em dar continuidade ao evento no futuro.
Reinaldo Costa, em nome da associação, “agradece sobretudo a todos os Pampilhosenses que honraram a associação com a sua presença, bem como àqueles que das freguesias vizinhas, e de mais longe, também compareceram”.
No domingo, dia 8, foram distribuídos os prémios aos atletas que participaram no 1º Concurso de Barco Fundeado, que teve lugar em Peniche, no passado dia 24 de Outubro.
Refira-se ainda que a 1ª Mostra contou com a presença do vereador do Desporto da Câmara Municipal da Mealhada, de elementos da Junta de Freguesia de Pampilhosa, do representante da Associação Regional de Pesca Desportiva de Aveiro e Beira Litoral e do presidente e membros da direcção da Federação Portuguesa de Pesca Desportiva de Alto Mar.
O evento contou com os apoios da Câmara Municipal da Mealhada, Junta de Freguesia de Pampilhosa, associações da Pampilhosa, várias empresas ligadas às actividades de restauração e turismo e do comércio de equipamentos para pesca desportiva.
Exposição “Multiplicidades” na Biblioteca de Anadia

A Câmara Municipal de Anadia irá inaugurar, no próximo dia 28 de Novembro, pelas 15h00, na Sala Polivalente da Biblioteca Municipal de Anadia uma exposição de fotografia, da autoria de Fernando Neves, intitulada "Multiplicidades".
A mostra apresentada retrata elementos alusivos às diferentes formas de expressão artística, que vão desde a arquitectura ao bailado.
Fernando Neves, natural da Bairrada, engenheiro civil, fotógrafo freelancer, auto-didacta em várias áreas. O seu “olhar” sobre a fotografia é uma consequência da noção de movimento e estética que a profissão aliada ao facto de desde novo praticar desportos bem variados, onde o contraste serenidade/acção é transportado para a fotografia. A fotografia aparece como estados de espírito registados.
A mostra apresentada retrata elementos alusivos às diferentes formas de expressão artística, que vão desde a arquitectura ao bailado.
Fernando Neves, natural da Bairrada, engenheiro civil, fotógrafo freelancer, auto-didacta em várias áreas. O seu “olhar” sobre a fotografia é uma consequência da noção de movimento e estética que a profissão aliada ao facto de desde novo praticar desportos bem variados, onde o contraste serenidade/acção é transportado para a fotografia. A fotografia aparece como estados de espírito registados.
Festival do Negalho da Bairrada em Enxofães
No próximo sábado, dia 14 de Novembro irá decorrer na sede da Associação Cultural e Recreativa de Enxofães o I Festival do Negalho da Bairrada. A abertura oficial do certame está marcada para as 17 horas, seguindo-se a sessão de apresentação que abordará três temas e contará com outros tantos oradores:
- A História do Negalho por Sandrina Gonçalves (Engª Agro-Alimentar)
- A Confecção do Negalho por Adérito Machado (Cozinheiro)
- A Comercialização do Negalho por Bruno Gomes (Produtor)
Pelas 18 horas, terá lugar a abertura do salão gastronómico, onde todos poderão degustar a referida iguaria. Durante o evento, haverá ainda lugar para a transmissão do jogo de futebol Portugal vs Bósnia em ecrã gigante bem como para a actuação do grupo músical "Roncos & Curiscos" de Ançã.
Da ementa constam os negalhos, batatas cozidas, grelos, pão, vinho e castanhas.
- A História do Negalho por Sandrina Gonçalves (Engª Agro-Alimentar)
- A Confecção do Negalho por Adérito Machado (Cozinheiro)
- A Comercialização do Negalho por Bruno Gomes (Produtor)
Pelas 18 horas, terá lugar a abertura do salão gastronómico, onde todos poderão degustar a referida iguaria. Durante o evento, haverá ainda lugar para a transmissão do jogo de futebol Portugal vs Bósnia em ecrã gigante bem como para a actuação do grupo músical "Roncos & Curiscos" de Ançã.
Da ementa constam os negalhos, batatas cozidas, grelos, pão, vinho e castanhas.
Rotary Bairrada promove jantar palestra sobre saúde
O Rotary Clube Curia Bairrada vai realizar, no próximo dia 20 de Novembro, um jantar palestra, que terá como orador o médico rotário Manuel Pinho. “Devaneios sobre a saúde” será o tema e serão abordados os diversos temas da problemática da saúde que a todos envolve e preocupa. Sublinha-se o facto de Manuel Pinho ser médico de família em exclusividade e de reunir uma enorme experiência profissional e humana fruto de uma já longa e riquíssima carreira.
O jantar palestra é aberto à comunidade, pelo que qualquer pessoa se pode inscrever através dos telefones: 964303390 (Carlos Matos), 917511796 (Lurdes Costa), 917573792 (Margarida Matos) ou pelo e-mail carloscmatos@hotmail.com.
O jantar palestra decorre no espaço de restauração do Museu do Vinho da Bairrada.
As inscrições serão pagas à entrada para o jantar.
O jantar palestra é aberto à comunidade, pelo que qualquer pessoa se pode inscrever através dos telefones: 964303390 (Carlos Matos), 917511796 (Lurdes Costa), 917573792 (Margarida Matos) ou pelo e-mail carloscmatos@hotmail.com.
O jantar palestra decorre no espaço de restauração do Museu do Vinho da Bairrada.
As inscrições serão pagas à entrada para o jantar.
Escolas da Mealhada participaram em concurso de BD
As escolas do concelho da Mealhada candidataram 92 trabalhos em banda desenhada ao concurso “A água também se lava”, que está a ser promovido pela empresa Águas do Mondego, no âmbito das comemorações do Dia Nacional da Água.
No início de Outubro, cerca de 800 alunos do primeiro ciclo do ensino básico estiveram no Cine-Teatro Municipal Messias, para participar numa jornada de sensibilização ambiental.
As crianças assistiram a uma peça de teatro “A Água também se lava”, que aborda o ciclo urbano da água, e participaram noutras actividades subordinadas ao mesmo tema.
Depois de terem visto a peça, desenvolvida pelo Veto Teatro Oficina de Santarém, as crianças foram convidadas a conceber uma banda desenhada, a propósito do que aprenderam sobre o ciclo da água.
Na Mealhada, as escolas do primeiro ciclo do ensino básico apresentaram a concurso 92 trabalhos, entre trabalhos individuais e de grupo.
O vencedor do concurso, a nível concelhio, terá como prémio a possibilidade de levar a sua turma ao Museu da Água, em Coimbra, com transporte gratuito.
No início de Outubro, cerca de 800 alunos do primeiro ciclo do ensino básico estiveram no Cine-Teatro Municipal Messias, para participar numa jornada de sensibilização ambiental.
As crianças assistiram a uma peça de teatro “A Água também se lava”, que aborda o ciclo urbano da água, e participaram noutras actividades subordinadas ao mesmo tema.
Depois de terem visto a peça, desenvolvida pelo Veto Teatro Oficina de Santarém, as crianças foram convidadas a conceber uma banda desenhada, a propósito do que aprenderam sobre o ciclo da água.
Na Mealhada, as escolas do primeiro ciclo do ensino básico apresentaram a concurso 92 trabalhos, entre trabalhos individuais e de grupo.
O vencedor do concurso, a nível concelhio, terá como prémio a possibilidade de levar a sua turma ao Museu da Água, em Coimbra, com transporte gratuito.
ACIB promove workshop sobre cobranças difíceis
A Associação Comercial e Industrial da Bairrada (ACIB) vai organizar, a 18 de Novembro, pelas 14h, no auditório do Espaço Inovação, na Zona Industrial de Vila Verde, em Oliveira do Bairro, um workshop denominado “Como fazer face às cobranças difíceis”.
Esta acção tem como objectivos abordar técnicas de cobrança que não ponham em causa o poder de negociação e perda de clientes; abordar argumentos apropriados às possíveis objecções ao pagamento; analisar os meios e instrumentos de cobrança e apresentar técnicas de segmentação de devedores para aplicação adequada de estratégias de cobrança.
O workshop destina-se a empresários, administradores/gestores, directores de empresa, gerentes e responsáveis pelas cobranças.
Do programa constam os seguintes tópicos:
O crédito: tipos de avaliação e scoring, a gestão de cobranças como estratégia, principais regras, definição das acções a utilizar, programa e prazo de actuação interna, princípios gerais, resposta a objecções, o SPIN ao serviço das cobranças, a utilização eficaz do telefone, aplicação de modelos de actuação e casos práticos.
Para mais informações e/ou inscrições, contacte a ACIB através do telefone: 234 730 320 ou via o e-mail: acib@acib.pt.
Esta acção tem como objectivos abordar técnicas de cobrança que não ponham em causa o poder de negociação e perda de clientes; abordar argumentos apropriados às possíveis objecções ao pagamento; analisar os meios e instrumentos de cobrança e apresentar técnicas de segmentação de devedores para aplicação adequada de estratégias de cobrança.
O workshop destina-se a empresários, administradores/gestores, directores de empresa, gerentes e responsáveis pelas cobranças.
Do programa constam os seguintes tópicos:
O crédito: tipos de avaliação e scoring, a gestão de cobranças como estratégia, principais regras, definição das acções a utilizar, programa e prazo de actuação interna, princípios gerais, resposta a objecções, o SPIN ao serviço das cobranças, a utilização eficaz do telefone, aplicação de modelos de actuação e casos práticos.
Para mais informações e/ou inscrições, contacte a ACIB através do telefone: 234 730 320 ou via o e-mail: acib@acib.pt.
Bibliomealhada no encontro internacional de literacia
A Biblioteca móvel da Mealhada, mais conhecida por “Bibliomealhada”, vai estar presente na Escola Superior de Educação de Coimbra (ESEC), nos próximos dias 13 e 14 de Novembro, onde decorre o 1º Encontro Internacional de Literacia Familiar, subordinado ao tema “Implicações da família no sucesso escolar”.
A “Biobliomealhada” é um autocarro transformado em biblioteca, que leva, regularmente, livros, jornais, revistas, CD’s, DVD’s e Internet a todas a povoações do concelho da Mealhada, promovendo, assim, a igualdade de oportunidades no acesso à cultura e a inclusão na sociedade da informação.
O espaço "Bibliomealhada" resultou da adaptação de um autocarro de 50 lugares, transformado pelos funcionários da autarquia (que idealizaram o projecto) numa biblioteca móvel, que percorre as oito freguesias do concelho, com o propósito de levar a todos o lado obras e alguns serviços da Biblioteca Municipal da Mealhada.
A “Bibliomealhada” conta com uma zona para ler e ouvir música, um pequeno anfiteatro, para se assistir a um filme ou documentário, e uma área equipada com computadores e acesso gratuito à internet.
Para além de promover a leitura junto dos munícipes de diferentes faixas etárias, a “Bibliomealhada” possibilita ainda a aprendizagem das novas tecnologias da informação (TIC).
A “Biobliomealhada” é um autocarro transformado em biblioteca, que leva, regularmente, livros, jornais, revistas, CD’s, DVD’s e Internet a todas a povoações do concelho da Mealhada, promovendo, assim, a igualdade de oportunidades no acesso à cultura e a inclusão na sociedade da informação.
O espaço "Bibliomealhada" resultou da adaptação de um autocarro de 50 lugares, transformado pelos funcionários da autarquia (que idealizaram o projecto) numa biblioteca móvel, que percorre as oito freguesias do concelho, com o propósito de levar a todos o lado obras e alguns serviços da Biblioteca Municipal da Mealhada.
A “Bibliomealhada” conta com uma zona para ler e ouvir música, um pequeno anfiteatro, para se assistir a um filme ou documentário, e uma área equipada com computadores e acesso gratuito à internet.
Para além de promover a leitura junto dos munícipes de diferentes faixas etárias, a “Bibliomealhada” possibilita ainda a aprendizagem das novas tecnologias da informação (TIC).
terça-feira, 3 de novembro de 2009
Entrevista com Álvaro Carva, Grão-Mestre da GNLP
O Grão-Mestre da Grande Loja Nacional Portuguesa (GLNP), Álvaro Carva, afirma que há um número suficiente de maçons na região para se avançar para uma nova Loja que se junta às actuais 22 desta estrutura maçónica. Este objectivo ganhou mais expressão depois do congresso, que recentemente se realizou no Centro do país. Álvaro Carva levanta ao Mealhada Moderna uma ponta do véu da Maçonaria e de alguns dos seus segredos
Mealhada Moderna (MM): O que é a Grande Loja Nacional Portuguesa (GLNP)?
Álvaro Carva (AC): Uma organização legal, uma estrutura maçónica, com o fim de praticar a Maçonaria. É uma sociedade fraternal que procura melhorar os indivíduos que a compõem e um postulado que procura e consegue uma sociedade mais humana e harmoniosa.
MM: Mas a Maçonaria é secreta…
AC: Torna-se secreta sempre que um estado ditatorial e comunista utiliza a cultura fascizante e comunista, impedindo a liberdade, a igualdade de oportunidades e a fraternidade entre os homens.
MM: Por que motivo decidiu dar este passo na divulgação ao Mealhada Moderna da essência e trabalho da Grande Loja Nacional Portuguesa (GLNP)?
AC: Pareceu-me que abordar este tema ao vosso público seria permitir que se construa uma ideia correcta do que é a Maçonaria. E para nós é um processo habitual para desmistificar a Maçonaria.
(entrevista completa na ed. impressa de 4 Nov)
Mealhada Moderna (MM): O que é a Grande Loja Nacional Portuguesa (GLNP)?
Álvaro Carva (AC): Uma organização legal, uma estrutura maçónica, com o fim de praticar a Maçonaria. É uma sociedade fraternal que procura melhorar os indivíduos que a compõem e um postulado que procura e consegue uma sociedade mais humana e harmoniosa.
MM: Mas a Maçonaria é secreta…
AC: Torna-se secreta sempre que um estado ditatorial e comunista utiliza a cultura fascizante e comunista, impedindo a liberdade, a igualdade de oportunidades e a fraternidade entre os homens.
MM: Por que motivo decidiu dar este passo na divulgação ao Mealhada Moderna da essência e trabalho da Grande Loja Nacional Portuguesa (GLNP)?
AC: Pareceu-me que abordar este tema ao vosso público seria permitir que se construa uma ideia correcta do que é a Maçonaria. E para nós é um processo habitual para desmistificar a Maçonaria.
(entrevista completa na ed. impressa de 4 Nov)
Maçonaria abre Loja na Mealhada
A Grande Loja Nacional Portuguesa (GLNP) está a preparar tudo para abrir uma Loja na Mealhada até final do ano ou em Janeiro de 2010. Os responsáveis desta estrutura maçónica afirmam que os maçons existentes na Mealhada são os suficientes para garantir a abertura deste espaço
A GLNP, uma das estruturas ligadas à maçonaria do país, está a reunir esforços e vontades para expandir a sua acção e abrir uma nova Loja na Mealhada, soube o Mealhada Moderna junto de maçons locais, que garantem a abertura do espaço entre o próximo mês e Janeiro do próximo ano.
Na origem de tal objectivo parece ter estado o último congresso da GLNP, recentemente realizado no Centro do país, que evidenciou essa vontade, alicerçada num “número de maçons suficiente para a abertura de uma nova Loja”, confirmou o grão-mestre Álvaro Carva, que em entrevista ao Mealhada Moderna deixou também uma manifesta abertura daquela estrutura maçónica para “permitir que se construa uma ideia correcta do que é a Maçonaria”.
Apesar de todo o secretismo que norteia qualquer estrutura maçónica, a GLNP está apostada em vincar essa mesma abertura e expandir a sua acção, concretamente na Mealhada, onde já foi encontrado um espaço para a futura Loja, confidenciou-nos C. Breda, maçon da GLNP da Mealhada.
Segundo aquela fonte, a Mealhada tem entre 7 e 15 maçons. “Uns no activo e outros adormecidos. Adormecidos significa que estão temporariamente fora da loja”. No entanto, “qualquer maçom pode abandonar a maçonaria quando quiser. Mas será sempre um maçom para toda a sua vida”, explicou.
O concelho da Mealhada, que no século passado já tinha raízes maçónicas, sendo referido na instalação, em 1931, de um triângulo do RF (rito francês) e que veio a desaparecer na clandestinidade, volta a ser “porto de abrigo” para a fixação de uma estrutura maçónica, com a GLNP a apontar o concelho como destino daquela que poderá ser a 23ª Loja desta organização maçónica.
O que é a GLNP? O que é a Maçonaria? O que fazem os maçons? São algumas das questões que tentamos dar resposta neste trabalho.
A GLNP, uma das estruturas ligadas à maçonaria do país, está a reunir esforços e vontades para expandir a sua acção e abrir uma nova Loja na Mealhada, soube o Mealhada Moderna junto de maçons locais, que garantem a abertura do espaço entre o próximo mês e Janeiro do próximo ano.
Na origem de tal objectivo parece ter estado o último congresso da GLNP, recentemente realizado no Centro do país, que evidenciou essa vontade, alicerçada num “número de maçons suficiente para a abertura de uma nova Loja”, confirmou o grão-mestre Álvaro Carva, que em entrevista ao Mealhada Moderna deixou também uma manifesta abertura daquela estrutura maçónica para “permitir que se construa uma ideia correcta do que é a Maçonaria”.
Apesar de todo o secretismo que norteia qualquer estrutura maçónica, a GLNP está apostada em vincar essa mesma abertura e expandir a sua acção, concretamente na Mealhada, onde já foi encontrado um espaço para a futura Loja, confidenciou-nos C. Breda, maçon da GLNP da Mealhada.
Segundo aquela fonte, a Mealhada tem entre 7 e 15 maçons. “Uns no activo e outros adormecidos. Adormecidos significa que estão temporariamente fora da loja”. No entanto, “qualquer maçom pode abandonar a maçonaria quando quiser. Mas será sempre um maçom para toda a sua vida”, explicou.
O concelho da Mealhada, que no século passado já tinha raízes maçónicas, sendo referido na instalação, em 1931, de um triângulo do RF (rito francês) e que veio a desaparecer na clandestinidade, volta a ser “porto de abrigo” para a fixação de uma estrutura maçónica, com a GLNP a apontar o concelho como destino daquela que poderá ser a 23ª Loja desta organização maçónica.
O que é a GLNP? O que é a Maçonaria? O que fazem os maçons? São algumas das questões que tentamos dar resposta neste trabalho.
“Fui legitimado por uma maioria esmagadora dos votos”
Miguel Felgueiras foi eleito presidente da Assembleia Municipal aos 35 anos de idade. Na sua primeira entrevista, depois que tomou posse do cargo, Miguel Felgueiras diz que o grande mérito da vitória socialista no concelho foi de Carlos Cabral, que a desconfiança que possa ter existido inicialmente em relação à sua candidatura está afastada e diz ainda que Rui Marqueiro terá o seu apoio caso avance com a candidatura à comissão política concelhia
MM: O que o levou a aceitar ser o cabeça de lista à Assembleia Municipal, apesar de ter dito que havia pessoas com melhor perfil, como afirmou num artigo de opinião no Mealhada Moderna?
MF: Claro que existiam pessoas com melhor perfil. Felizmente, a Mealhada tem mulheres e homens capazes de desempenhar com competência qualquer cargo desta natureza e importância. O que geralmente acontece nestes processos é que o Partido Socialista respeita as decisões das maiorias. E o meu nome foi votado e aprovado por uma larga maioria dos membros da comissão política concelhia. Nenhum outro nome relevante apareceu para disputar essa eleição. Só pode vencer quem vai ao jogo. No PS não existem nomeações, quem quer ser alguém tem de se apresentar a votos e aceitar os resultados da maioria. Foi o que fiz, impulsionado por um grupo de amigos aceitei encabeçar a lista da Assembleia Municipal e venci esse desafio. Como o nosso presidente Carlos Cabral já teve a oportunidade de referir, fomos eleitos no mesmo dia e sensivelmente com o mesmo número de votos. É assim a democracia.
MM: Concorda com Rui Marqueiro quando diz que “o valor de Carlos Cabral está na bandeira do PS”?MF: Claro que existiam pessoas com melhor perfil. Felizmente, a Mealhada tem mulheres e homens capazes de desempenhar com competência qualquer cargo desta natureza e importância. O que geralmente acontece nestes processos é que o Partido Socialista respeita as decisões das maiorias. E o meu nome foi votado e aprovado por uma larga maioria dos membros da comissão política concelhia. Nenhum outro nome relevante apareceu para disputar essa eleição. Só pode vencer quem vai ao jogo. No PS não existem nomeações, quem quer ser alguém tem de se apresentar a votos e aceitar os resultados da maioria. Foi o que fiz, impulsionado por um grupo de amigos aceitei encabeçar a lista da Assembleia Municipal e venci esse desafio. Como o nosso presidente Carlos Cabral já teve a oportunidade de referir, fomos eleitos no mesmo dia e sensivelmente com o mesmo número de votos. É assim a democracia.
MF: Não tenho qualquer dúvida. Todos nós, autarcas eleitos pelo PS, temos a consciência que muito do trabalho que efectuamos não teria sido possível sem o apoio e a bandeira do nosso partido. Pires dos Santos, Rui Marqueiro, Carlos Cabral, Miguel Felgueiras, todos, sem excepção.
(Entrevista completa na ed. 4 de Nov.)
Sinais de trânsito destruídos na Mealhada
Cerca de meia centena de sinais de trânsito foram derrubados na noite de 31 de Outubro para 1 de Novembro na antiga EN 234, no troço entre a cidade da Mealhada e o acesso à A1 (cruzamento de Pedrulha), confirmou fonte policial.
Segundo a mesma fonte, as autoridades já fizeram respectivo relatório para enviar ao Tribunal da Mealhada para avançar com a investigação na tentativa de encontrar o(s) autor(es) deste acto de vandalismo.
O relatório da GNR vem no seguimento de uma queixa já apresentada pela Câmara da Mealhada contra desconhecidos pelo derrube e destruição de cerca de meia centena de sinais de trânsito.
Ao todo, foram arrancados e/ou destruídos 49 sinais verticais (33 delineadores e 16 sinais de perigo, proibição e informação), ao longo daquele troço, numa extensão cerca de um quilómetro.
De acordo com o que foi possível apurar, os sinais terão sido destruídos pela calada da noite, na madrugada de sábado para domingo.
As primeiras estimativas apontam para prejuízos acima dos 2 500 euros.
Para o presidente da Câmara da Mealhada, Carlos Cabral, trata-se de “um acto lamentável, de puro vandalismo e a todos os títulos injustificável”.
Segundo a mesma fonte, as autoridades já fizeram respectivo relatório para enviar ao Tribunal da Mealhada para avançar com a investigação na tentativa de encontrar o(s) autor(es) deste acto de vandalismo.
O relatório da GNR vem no seguimento de uma queixa já apresentada pela Câmara da Mealhada contra desconhecidos pelo derrube e destruição de cerca de meia centena de sinais de trânsito.
Ao todo, foram arrancados e/ou destruídos 49 sinais verticais (33 delineadores e 16 sinais de perigo, proibição e informação), ao longo daquele troço, numa extensão cerca de um quilómetro.
De acordo com o que foi possível apurar, os sinais terão sido destruídos pela calada da noite, na madrugada de sábado para domingo.
As primeiras estimativas apontam para prejuízos acima dos 2 500 euros.
Para o presidente da Câmara da Mealhada, Carlos Cabral, trata-se de “um acto lamentável, de puro vandalismo e a todos os títulos injustificável”.
Pelouros distribuídos na Câmara da Mealhada
O executivo da Câmara Municipal da Mealhada vai continuar a contar com dois vereadores a tempo inteiro. A escolha recaiu sobre José Calhoa e Júlio Penetra, que vão fazer equipa com o presidente da Câmara (Carlos Cabral) e a vice-presidente (Filomena Pinheiro).
A deliberação foi tomada na quinta-feira, durante a primeira reunião do executivo, saído das eleições do passado dia 11 de Outubro, que tomou, também, conhecimento do despacho do presidente, que designou Filomena Pinheiro vice-presidente da autarquia.
Filomena Pinheiro será, também, a representante do Município na gerência da Escola Profissional da Mealhada.
As reuniões de câmara continuam a ter periodicidade quinzenal (às quintas-feiras), sendo a primeira de cada mês aberta ao público e a segunda de carácter privado. As reuniões têm início às 14h30.
O presidente da Câmara Municipal da Mealhada, no uso das suas competências legais, procedeu à distribuição de pelouros pelos elementos (4) do executivo que vão desempenhar funções em regime de permanência a tempo inteiro, no presente mandato (2009/20013):
COLOCAR VISTOS EM CADA UM DOS INTENS
Carlos Cabral (PS) – presidente da Câmara
Pessoal e Administração
Finanças e Fundos Comunitários (em colaboração com a vice-presidente)
Cultura
Segurança e Protecção Civil
Representação Municipal
Secretaria-Geral e Serviços Administrativos de Saneamento Básico
Cemitério Municipal
Feiras e Mercados
Serviço Militar
Filomena Pinheiro (PS) - vice-presidente
Coordenação Financeira
Candidaturas ao QREN e outros
Aprovisionamento
Património Municipal
Educação e Juventude
Transportes Escolares
Juventude
Economia e Turismo
Júlio Penetra (PS)
Acção Social
Desporto e Equipamentos Desportivos
Ambiente e Resíduos Sólidos Urbanos
José Calhoa (PS)
Obras Municipais
Obras particulares
Relacionamento com as juntas de freguesia
Planeamento Urbanístico
Parques e Jardins
Rede Viária e Trânsito
Saneamento Básico (Água e Esgotos)
Licenciamento Industrial (estabelecimentos tipo 3)
Vereadores sem pelouros:
Arminda Martins (PS), António Miguel Ferreira (PSD) e Leonor Lopes (PSD)
A deliberação foi tomada na quinta-feira, durante a primeira reunião do executivo, saído das eleições do passado dia 11 de Outubro, que tomou, também, conhecimento do despacho do presidente, que designou Filomena Pinheiro vice-presidente da autarquia.
Filomena Pinheiro será, também, a representante do Município na gerência da Escola Profissional da Mealhada.
As reuniões de câmara continuam a ter periodicidade quinzenal (às quintas-feiras), sendo a primeira de cada mês aberta ao público e a segunda de carácter privado. As reuniões têm início às 14h30.
O presidente da Câmara Municipal da Mealhada, no uso das suas competências legais, procedeu à distribuição de pelouros pelos elementos (4) do executivo que vão desempenhar funções em regime de permanência a tempo inteiro, no presente mandato (2009/20013):
COLOCAR VISTOS EM CADA UM DOS INTENS
Carlos Cabral (PS) – presidente da Câmara
Pessoal e Administração
Finanças e Fundos Comunitários (em colaboração com a vice-presidente)
Cultura
Segurança e Protecção Civil
Representação Municipal
Secretaria-Geral e Serviços Administrativos de Saneamento Básico
Cemitério Municipal
Feiras e Mercados
Serviço Militar
Filomena Pinheiro (PS) - vice-presidente
Coordenação Financeira
Candidaturas ao QREN e outros
Aprovisionamento
Património Municipal
Educação e Juventude
Transportes Escolares
Juventude
Economia e Turismo
Júlio Penetra (PS)
Acção Social
Desporto e Equipamentos Desportivos
Ambiente e Resíduos Sólidos Urbanos
José Calhoa (PS)
Obras Municipais
Obras particulares
Relacionamento com as juntas de freguesia
Planeamento Urbanístico
Parques e Jardins
Rede Viária e Trânsito
Saneamento Básico (Água e Esgotos)
Licenciamento Industrial (estabelecimentos tipo 3)
Vereadores sem pelouros:
Arminda Martins (PS), António Miguel Ferreira (PSD) e Leonor Lopes (PSD)
Millau e Mealhada: geminadas até 2010
O acordo de geminação entre a Mealhada e Millau (França) está mais perto que nunca. As datas previstas para a formalização do protocolo entre as duas cidades estão já acordadas, sendo em Setembro do próximo ano que culminará todo o processo, semeado pela Escola EB 2.3 da Mealhada e que passará a ter a “chancela” da autarquia
Na semana que agora terminou (entre 25 e 30 de Outubro) esteve na Mealhada uma delegação de treze membros da cidade de Millau (Midi-Pyrénées, França), dirigida pela professora Elsa Montrozier, presidente do “Comité de Jumelage”, constituído naquela cidade. Para além de conhecerem alguns lugares e de estabelecerem contactos com diversas entidades, o objectivo central desta visita foi uma reunião de trabalho com a Câmara da Mealhada, com vista ao acerto dos procedimentos e do calendário para a assinatura, pela Câmara e pela Mairie de Millau, do protocolo de geminação entre estas duas cidades.
A Câmara da Mealhada recebeu esta delegação na tarde da passada terça-feira, tendo-se realizado uma reunião de várias horas em que não só foram abordados os aspectos técnicos da geminação, como foram avançadas e debatidas” ideias importantes quanto a possíveis intercâmbios no campo escolar e de formação profissional, no campo cultural e turístico e ainda no campo empresarial, que poderão e deverão ser desenvolvidas com proveito para ambas as partes”, referiu José João Lucas, professor da EB 2.3 e um dos mentores deste acordo.
À semelhança do que já se concretizou em Millau, foram dados alguns passos para a criação na Mealhada de uma “Comissão de Geminação”, que, em articulação com a Câmara, programará e concretizará as várias iniciativas que “mantenham viva a chama da vontade de cooperação e de enriquecimento mútuos que este tipo de acordos potencia”, disse.
Assim, foram acordados dois momentos para a assinatura do referido protocolo, em Millau e na Mealhada: um em princípios de Abril e outro em finais de Setembro. “Este último terá uma importância de elevado simbolismo uma vez que, enquanto compromisso de amizade e de cooperação, decorrerá muito próximo do período das cerimónias do 2.º centenário das Invasões Francesas e do confronto bélico entre os exércitos português/inglês e francês”, lembrou aquele responsável.
Por outro lado, pela segunda vez, houve um encontro com os responsáveis do Museu de Conímbriga, de modo a ser preparado um protocolo de cooperação científica entre este e o Museu Municipal de Millau, em que se integram as Ruínas Romanas de Graufesenque, contemporâneas das de Conímbriga.
Recorde-se que os laços de amizade e de cooperação estabeleceram-se há cerca de cinco anos entre a Escola Básica dos 2.º e 3.ºciclos de Mealhada e o Lycée Jean Vigo e o Collège Marcel Aymard de Millau, com várias deslocações de grupos escolares entre estas duas cidades e respectivas escolas. Posteriormente, desenvolveram-se contactos e encontros, na Mealhada, ao nível de representantes das respectivas autarquias.
Na semana que agora terminou (entre 25 e 30 de Outubro) esteve na Mealhada uma delegação de treze membros da cidade de Millau (Midi-Pyrénées, França), dirigida pela professora Elsa Montrozier, presidente do “Comité de Jumelage”, constituído naquela cidade. Para além de conhecerem alguns lugares e de estabelecerem contactos com diversas entidades, o objectivo central desta visita foi uma reunião de trabalho com a Câmara da Mealhada, com vista ao acerto dos procedimentos e do calendário para a assinatura, pela Câmara e pela Mairie de Millau, do protocolo de geminação entre estas duas cidades.
A Câmara da Mealhada recebeu esta delegação na tarde da passada terça-feira, tendo-se realizado uma reunião de várias horas em que não só foram abordados os aspectos técnicos da geminação, como foram avançadas e debatidas” ideias importantes quanto a possíveis intercâmbios no campo escolar e de formação profissional, no campo cultural e turístico e ainda no campo empresarial, que poderão e deverão ser desenvolvidas com proveito para ambas as partes”, referiu José João Lucas, professor da EB 2.3 e um dos mentores deste acordo.
À semelhança do que já se concretizou em Millau, foram dados alguns passos para a criação na Mealhada de uma “Comissão de Geminação”, que, em articulação com a Câmara, programará e concretizará as várias iniciativas que “mantenham viva a chama da vontade de cooperação e de enriquecimento mútuos que este tipo de acordos potencia”, disse.
Assim, foram acordados dois momentos para a assinatura do referido protocolo, em Millau e na Mealhada: um em princípios de Abril e outro em finais de Setembro. “Este último terá uma importância de elevado simbolismo uma vez que, enquanto compromisso de amizade e de cooperação, decorrerá muito próximo do período das cerimónias do 2.º centenário das Invasões Francesas e do confronto bélico entre os exércitos português/inglês e francês”, lembrou aquele responsável.
Por outro lado, pela segunda vez, houve um encontro com os responsáveis do Museu de Conímbriga, de modo a ser preparado um protocolo de cooperação científica entre este e o Museu Municipal de Millau, em que se integram as Ruínas Romanas de Graufesenque, contemporâneas das de Conímbriga.
Recorde-se que os laços de amizade e de cooperação estabeleceram-se há cerca de cinco anos entre a Escola Básica dos 2.º e 3.ºciclos de Mealhada e o Lycée Jean Vigo e o Collège Marcel Aymard de Millau, com várias deslocações de grupos escolares entre estas duas cidades e respectivas escolas. Posteriormente, desenvolveram-se contactos e encontros, na Mealhada, ao nível de representantes das respectivas autarquias.
Subscrever:
Mensagens (Atom)
